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MATO GROSSO

Indea usa drones em fiscalização para combater irregularidades agropecuárias na fronteira e nas divisas

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MATO GROSSO

A fiscalização do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) foi reforçada com a aquisição de mais cinco drones. Os equipamentos foram entregues ao órgão nesta sexta-feira (08.07). Ao todo serão 9 equipamentos que vão auxiliar na fiscalização da área de fronteira com a Bolívia e nas divisas de Mato Grosso com Rondônia, Pará, Tocantins, Goiás e Mato Grosso do Sul. 

O uso de drone será importante para contagem de rebanho, identificação de plantas, monitoramento das divisas e fronteira, mapeamento de propriedades dentre outras funções com imagens em 3D, panorâmicas e de alta definição.

Além disso, o equipamento pode ser utilizado em ações de inteligência, como a que o Indea avistou em fevereiro deste ano, quando uma boiada boliviana ingressou clandestinamente em Mato Grosso. 

Os fiscais avisaram as forças de segurança que deram apoio na apreensão dos 68 animais, que foram abatidos por riscos sanitários. O trânsito internacional de animais tem protocolos específicos, que não foram obedecidos. 

O coordenador de Fiscalização e de Julgamento de Processos no Indea, Márcio Adélio de Carvalho, explica que as ações de vigilância do Indea só tendem a evoluir quando Mato Grosso obter novo status sanitário livre de febre aftosa sem vacinação. Essa é a meta de 15 estados brasileiros até 2024. 

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“No mês passado, fizemos a qualificação de 45 servidores das regionais que ficam nas regiões de fronteira e divisas para aprender a operar o equipamento. Ao todo foram três dias de treinamento”.

Fonte: GOV MT

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MP MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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