MATO GROSSO
Igreja Batista Nacional adere à campanha Livro para ser livre do Poder Judiciário
MATO GROSSO
Reduzir índices de criminalidade é um desafio para toda a sociedade e uma forma de tirar do ciclo da criminalidade pessoas que já cumprem pena no sistema prisional é oferecer opções. O trabalho e o estudo no contexto prisional vêm se mostrado grandes aliados para transformar a vida de quem busca uma nova oportunidade. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) aposta nessas ideias e lançou a campanha “Livro para ser livre”, que acaba de firmar parceria com uma instituição religiosa, a Igreja Batista Nacional (IBN Cristo Rei).
Os livros arrecadados serão distribuídos para as 43 unidades penais do Estado, entre cadeias e penitenciárias, que abrigam 11.040 pessoas privadas de liberdade, sendo 10.510 do sexo masculino e 530 do feminino. Do total de unidades penais, 25 contam com espaços para acomodação de livros e leitura. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).Fonte: Tribunal de Justiça de MT
MP MT
Promotora do MPMT integra obra sobre Direito Processual e Constituição
A promotora de Justiça do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) Taiana Castrillon Dionello é uma das autoras da obra coletiva Direito Processual e sua Constitucionalização no Brasil, coordenada pelo professor Vitor Salino de Moura Eça, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Doutoranda em Direito Público pela instituição, ela contribui para a publicação com uma análise sobre os desafios contemporâneos do acesso à Justiça no Estado Democrático de Direito.Na obra, a integrante do MPMT assina o capítulo “O princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional e o processo civil no Estado Democrático de Direito: desafios na contemporaneidade”. O trabalho examina a garantia constitucional de acesso à jurisdição diante das transformações do processo civil brasileiro e da necessidade de sua interpretação à luz dos princípios constitucionais.A publicação reúne estudos que abordam a relação entre o Direito Processual e a Constituição Federal, discutindo princípios e garantias fundamentais que orientam o sistema processual brasileiro, como a primazia do julgamento de mérito, a efetividade da execução, a cooperação processual, o contraditório e o devido processo legal.Segundo Taiana Dionello, a participação na obra reforça a aproximação entre a produção acadêmica e a atuação prática no sistema de Justiça. “Pensar o processo a partir da Constituição significa compreendê-lo não apenas como técnica, mas como instrumento de concretização de direitos e de construção democrática. A pesquisa acadêmica permite revisitar institutos tradicionais diante dos desafios que o Estado Democrático de Direito apresenta na contemporaneidade”, afirmou.A promotora de Justiça desenvolve pesquisas nas áreas de Direito Público e Direito Processual, conciliando a atividade acadêmica com a atuação institucional no Ministério Público de Mato Grosso.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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