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Hospital Regional de Sinop promove a Semana da Mulher até sexta-feira (27)

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O Hospital Regional de Sinop, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realiza, de segunda a sexta-feira (23 a 27.3), a Semana da Mulher, com atendimento ambulatorial voltado exclusivamente às usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é de que mais de 430 mulheres sejam atendidas em diversas especialidades médicas.

Além disso, ao longo da semana, estão sendo entregues lembrancinhas alusivas ao Dia da Mulher, promovendo acolhimento e valorização. O evento conta também com a parceria da Faculdade Fasipe, que está realizando fisioterapia, procedimentos estéticos e oficinas de automaquiagem para as pacientes atendidas nos ambulatórios.

Outro destaque da programação foi o início do serviço de auriculoterapia para as colaboradoras, uma prática integrativa e complementar em saúde. O acompanhamento terá duração de cinco sessões, com monitoramento das queixas apresentadas. A proposta é que a ação se torne um projeto fixo dentro da unidade.

“O Hospital Regional de Sinop reafirma, com essa programação, seu compromisso com a saúde, o respeito e a valorização da mulher em todos os contextos, promovendo ações que impactam positivamente tanto o ambiente de trabalho quanto a experiência dos usuários do SUS”, afirmou o diretor do Hospital Regional de Sinop, Jean Carlos Alencar.

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Segundo o enfermeiro do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps), Gleisson Ribeiro Barboza, ações como essa são fundamentais. “Essas iniciativas são extremamente importantes, pois promovem não apenas o cuidado físico, mas também o emocional. Elas fortalecem o vínculo, valorizam nossas colaboradoras e oferecem às pacientes um atendimento mais humanizado, acolhedor e integral. É um cuidado que vai além da assistência tradicional.”

A unidade está promovendo ações voltadas às mulheres durante todo o mês de março. Nos dias 4 e 5, as professoras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Dra. Priscilla Modes, e Dra. Alice Nespollo, coordenadoras do Programa Ninho do Cuidado Hospitalar de Sinop, realizaram palestra voltada ao público feminino com o tema “Humanas antes de Heroínas”.


No dia 9 e 10 de março, a unidade promoveu um café da manhã especial para todos os colaboradores como forma de reconhecimento e valorização.

Em 16 e 17 de março, foi realizada a palestra “Março Lilás: Fortalecendo mulheres, rompendo o silêncio”, ministrada pela Dra. Eliene dos Santos, advogada e presidente da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher de Sinop.

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No último domingo (22.3), o hospital ofereceu às colaboradoras um momento dedicado ao cuidado e bem-estar, em parceria com o Instituto Mix Sinop, com serviços como manicure e pedicure, extensão de cílios, design de sobrancelhas, depilação facial e massagem.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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