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Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso se reúne em novembro

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A Escola da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), promove no próximo dia 25 de novembro, no Fórum de Várzea Grande, a 29ª Reunião do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam). O grupo foi criado em 2014 para contribuir com o aperfeiçoamento dos serviços jurisdicionais prestados à sociedade, promovendo o debate sobre os serviços do Poder Judiciário, bem como para discutir casos concretos de repercussão pública, social ou institucional, que recomendem a uniformização jurisprudencial.
 
Os trabalhos serão abertos com a palestra ‘O aperfeiçoamento da magistratura e o papel da pesquisa: conquistas, desafios e perspectivas’, proferida pelo professor Fernando de Assis Alves, da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento da Magistratura (Enfam). Na sequências serão apresentados outros três trabalhos. Já no final do dia, os integrantes escolherão o novo coordenador para o biênio 2023/2024, em substituição ao atual coordenador, juiz Lídio Modesto da Silva, que terá seu biênio findado.
 
Conheça abaixo a programação:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais informações sobre o encontro pelo e-mail [email protected] e pelo telefone (65) 3617-3844.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: foto colorida e vertical. Deusa da Justiça segura balança e espada nas mãos. Ao fundo, homem escreve em caderno. Texto: 29ª Reunião do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso. 25 de novembro – Fórum de Várzea Grande. Abaixo, programação.
 
Johnny Marcus
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Sefaz recupera R$ 18,5 milhões após ação de fiscalização sobre benefícios fiscais

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) recuperou R$ 18,5 milhões que deixaram de ser recolhidos corretamente ao Fundo de Gestão Fazendária (Fungefaz). Os valores são uma contrapartida obrigatória para empresas beneficiadas com redução de ICMS na compra de máquinas e equipamentos rodoviários.

O trabalho conjunto das Superintendências de Fiscalização (Sufis) e de Controle e Monitoramento (Sucom) da Sefaz foi realizado entre novembro de 2025 e maio de 2026 pelas equipes da Coordenadoria de Fiscalização de Combustíveis, Comércio e Serviços (CFCS) e da Coordenadoria de Controle de Comércio Exterior, Benefícios e Regimes Especiais (CCBR). Durante a ação, foi constatado que algumas empresas não fizeram os repasses obrigatórios ao Fungefaz ou recolheram valores inferiores aos previstos em lei.

Na prática, as equipes contataram que algumas empresas deixaram de recolher ao Fungefaz os valores exigidos como condição para usufruir do benefício fiscal ou efetuaram pagamentos em montantes inferiores aos devidos. Conforme o Regulamento do ICMS, as empresas beneficiárias devem recolher ao Fundo o equivalente a 15% do valor da renúncia fiscal obtida.

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Para oportunizar a regularização voluntária, a Sefaz emitiu 83 notificações para que os contribuintes pudessem corrigir as pendências identificadas, referentes ao período de 2021 a 2025. Após as notificações, R$ 18,5 milhões foram quitados à vista ou parcelados.

“Nosso foco foi estimular a regularização espontânea e fortalecer a conformidade tributária. Ao identificar as divergências, oportunizamos que as empresas apresentassem esclarecimentos ou efetuassem os recolhimentos devidos, garantindo segurança jurídica aos contribuintes e o cumprimento das obrigações previstas na legislação”, ressaltou o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo.

Segundo as equipes de fiscalização, parte das divergências ocorreu em razão de erros operacionais, como devolução de mercadorias, utilização incorreta de códigos de arrecadação e transferências entre filiais, situações que foram esclarecidas durante o processo de regularização.

A Sefaz reforça que as empresas que utilizam benefícios fiscais devem acompanhar regularmente suas obrigações acessórias e financeiras. Os contribuintes que não promoverem a regularização espontânea de eventuais pendências poderão ser submetidos a auditorias fiscais e sofrer cobranças de ofício com a aplicação de multas e penalidades legais.

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Fonte: Governo MT – MT

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