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“Governo de MT valoriza profissionais com bolsas de formação, revisão da lei de carreira e gratificação por resultado”, afirma secretário

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MATO GROSSO

Neste dia 15 de outubro, comemora-se o Dia do Professor, uma data importante para valorizar e reconhecer o trabalho essencial desses profissionais na formação e desenvolvimento dos estudantes. Em Mato Grosso, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destaca a Política de Valorização Profissional como uma das referências de reconhecimento aos 19 mil educadores da Rede Estadual de Ensino.

Ele reforça que essa ação faz parte das 30 políticas educacionais do Plano Educação 10 Anos e tem como objetivo identificar as possibilidades de desenvolvimento dos servidores por meio de capacitação e profissionalização.

“É com professores engajados em ampliar seus conhecimentos por meio da formação continuada que estamos melhorando os resultados educacionais para toda a comunidade escolar”, afirma.

Para o secretário, o foco da aprendizagem é sempre o estudante. Mas sem professor, não tem estudante e vice-versa.

“O aprendizado dos 330.637 estudantes da rede está profundamente ligado aos 19 mil professores motivados, em constante aprendizado e sempre envolvidos com a comunidade estudantil e com o processo de ensinar e aprender”, pontua.

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Diante dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19, o Governo do Estado concedeu o auxílio computador e internet em 2021, possibilitando que os educadores adquirissem notebooks e planos de internet banda larga. Essa medida permitiu que eles pudessem realizar as atividades docentes de forma segura, à distância.

Além disso, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) implementou o Banco de Talentos e bolsas de formação e mentoria, com o objetivo de valorizar e incentivar a qualificação dos professores, além de disseminar o conhecimento e as boas práticas.

A revisão da Lei de Carreira e atualização da Política de Remuneração também trouxeram melhores condições de progressão de carreira e de remuneração para a categoria, incluindo o pagamento do 14º e até 15° salário, por meio da Gratificação por Resultado (GR) a partir deste ano.

Dentre as políticas que compõem essa valorização profissional, destacam-se a atualização da Política de Remuneração, o Banco de Talentos, as Bolsas de Formação e Mentoria, o Clima Organizacional, a Formação de Gestores, o programa Mais Inglês MT para professores, a redução do absenteísmo, a revisão das leis das carreiras da Educação e a implementação de um Sistema de Avaliação de Desempenho.

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“Essas ações demonstram o comprometimento do Governo do Estado de Mato Grosso em reconhecer e valorizar o trabalho dos professores, proporcionando melhores condições de trabalho, formação e remuneração. Neste Dia do Professor, é importante celebrar esses 19 mil profissionais que são fundamentais para o desenvolvimento da educação em nosso estado”, finaliza Alan.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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