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Estudantes transformam histórias pessoais em arte com apresentações de abertura do Festival Educarte

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O primeiro dia do Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado na segunda-feira (24.11) no Allure Music Hall, em Cuiabá, foi marcado por apresentações cheias de sensibilidade e protagonismo estudantil. O evento, promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), reúne jovens de diversas regiões do estado em performances de dança, teatro, música, artes visuais e fanfarra.

Entre os destaques da abertura, a estudante Mirela Souza Lins, de 14 anos, da Escola Estadual Militar Tiradentes Coronel PM Jorge Luiz de Magalhães, trouxe uma coreografia de jazz contemporâneo, que tratava sobre a busca pela perfeição e os conflitos internos de quem tenta corresponder às expectativas alheias.

“A dança diz o que a gente nem sempre consegue colocar em palavras”, afirmou Mirela. A jovem, que começou a dançar na infância, ressaltou o apoio da escola e o significado de participar do Educarte pela primeira vez. “A experiência foi maravilhosa. A dança é a minha voz”, disse.

Outra apresentação que chamou a atenção foi a de Carlos Henrique, de 12 anos, aluno da Escola Estadual Sete de Setembro, de Juína. Ele encenou a peça O Menino, construída a partir de memórias afetivas da infância, com cenário produzido pelos próprios estudantes.

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“É a história de um menino que guarda lembranças de amor e alegria”, explicou. Orgulhoso do trabalho em equipe, Carlos destacou o esforço dos colegas na criação da cenografia. “Fizemos tudo com muito carinho. Espero chegar à final, mas o mais importante é que apresentamos algo bonito juntos”.

Também subiu ao palco a estudante Isabelly Diniz Freitas, de 17 anos, da Escola Estadual Couto Magalhães, com a peça autoral Uma das Fadas Morre. A obra aborda, por meio de metáforas e elementos lúdicos, o esgotamento causado pela pressão cotidiana.

“O tema fala sobre como o trabalho afeta a saúde mental, mas tratei disso de forma leve, usando unicórnios e figuras mágicas”, explicou Isabelly. Para ela, o festival vai além da disputa. “Mais importante que vencer é compartilhar histórias. A arte conecta as pessoas”.

O Festival Educarte segue até o dia 26 de novembro, com programação gratuita e aberta ao público. Nesta edição, 56 projetos estudantis foram selecionados e distribuídos entre cinco eixos: 14 de Música (interpretação vocal individual ou em dupla), 14 de Fanfarra, 14 de Dança, 14 de Teatro e 14 de Artes Visuais.

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As apresentações ocorrem ao longo de três dias, em formato de mostra e avaliação. A programação inclui banda de apoio musical para os números de canto, além de um corpo de jurados especializados, responsáveis por avaliar as performances e definir os vencedores, que serão anunciados na cerimônia de encerramento.

Criado para estimular talentos e fortalecer a expressão artística dos estudantes, o Educarte tem se consolidado como uma das principais vitrines culturais da Rede Estadual de Ensino. O festival tem como propósito ampliar o protagonismo juvenil, valorizar os projetos desenvolvidos nas escolas e transformar a arte em um espaço de pertencimento e voz para os jovens.

Fonte: Governo MT – MT

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Ampliação da rede trifásica vai ser um divisor de águas, afirma agricultor familiar

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A ampliação da rede de energia trifásica em Mato Grosso vai reduzir custos de produção, ampliar a produtividade e criar novas oportunidades de negócios para milhares de famílias da agricultura familiar. Com investimento de R$ 1,4 bilhão, o Programa MT Trifásico, lançado pelo Governo de Mato Grosso em parceria com a Energisa, busca levar energia de maior capacidade e eficiência às comunidades rurais.

Para o produtor rural Carlos Roberto Leite da Silva, que trabalha com o cultivo de café há 22 anos, na Chácara Itapejara, conhecida como Café do Produtor, na região da Linha 12, em Tangará da Serra, a ampliação da rede trifásica pode representar um divisor de águas para os pequenos produtores do Estado.

“Essa iniciativa foi de grande valia para nós e vai melhorar muito a realidade de quem mora no campo. Muitos pequenos produtores não têm condições de implantar a energia trifásica por conta dos custos. Com a rede trifásica, além de ter uma energia mais eficiente, os equipamentos utilizados também são mais baratos. Na nossa propriedade, por exemplo, com energia monofásica, precisamos fazer um investimento de R$ 18 mil. Se fosse trifásica, esse custo seria de cerca de R$ 5 mil”, explicou.

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Segundo Carlos Roberto, o benefício vai muito além da redução de custos. A ampliação da rede trifásica cria condições para que produtores familiares possam investir em agroindústrias e agregar valor à produção.

“Muitos produtores que trabalham com lavouras, leite ou frutas sonham em montar uma agroindústria para produzir queijos ou processar polpas, mas encontram dificuldades por causa da energia monofásica. Para nós, que trabalhamos com a indústria do café, a energia trifásica é essencial e vai ser um divisor de águas. Essa iniciativa do Governo do Estado vai ajudar muitas famílias a crescerem e desenvolverem seus negócios”, afirmou.

O Programa MT Trifásico prevê a construção de 5 mil quilômetros de rede trifásica entre 2026 e 2030, com investimento total de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 700 milhões do Governo do Estado e outros R$ 700 milhões da Energisa.

A iniciativa busca ampliar o acesso à energia de qualidade nas áreas rurais, impulsionando a produção, fortalecendo pequenas agroindústrias e promovendo o desenvolvimento econômico dos municípios do interior.

Fonte: Governo MT – MT

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