CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Dupla brasileira precisa da vitória no World Tour BT 400 Cuiabá para conquistar 1º lugar no ranking muncial de Beach Tênis

Publicado em

MATO GROSSO

O World Tour BT 400 Cuiabá, etapa oficial do Circuito Mundial de Beach Tennis homologada pela International Tennis Federation (ITF), pode modificar a primeira colocação do ranking mundial da categoria. As equipes vencedoras, tanto no masculino como feminino, somam mais 400 pontos na lista, com premiação de US$ 45 mil, cerca de R$ 232 mil. A paulistana Sophia Chow e a paranaense Vitória Marchezini, atualmente na terceira colocação entre as melhores do mundo, precisam do título para ultrapassar as italianas Giulia Gasparri e Ninny Valentini, que estão na liderança do ranking há um ano.

O BT 400 começa nesta terça-feira (17.3), com o qualifying, a partir das 15h. A chave principal começa na quarta-feira (18), com a primeira rodada no mesmo horário. Já na quinta-feira serão realizadas as oitavas de final. Na sexta-feira, atletas disputam as quartas de final e, no sábado, as semis e finais de dupla masculina e feminina no mesmo dia.

Etapas do mundial

Ao longo do segundo semestre de 2025, Chow e Marchezini conquistaram resultados positivos, com títulos em sequência em Marechal Deodoro (AL), Aruba, Sand Series Finals e Ribeirão Preto (SP). A dupla começou o ano com título no BT 400 de Matinhos (PR) e acumulam juntas uma invencibilidade de 15 partidas. As atletas venceram 30 das últimas 31 partidas disputadas. Se a mudança na liderança do ranking for consolidada, Marchezini, de 20 anos, seria a mais jovem a chegar ao primeiro lugar do ranking. As atletas também seriam a primeira dupla brasileira a alcançar o topo em 14 anos, desde Joana Cortez e Samantha Barijan.

Leia Também:  Cinco pessoas são presas por roubo e PM recupera R$ 700 mil em joias e relógios em MT


“É praticamente o começo definitivo de temporada. Vamos começar a construir nosso ritmo de jogo. Jogamos em Cuiabá no ano passado e estava muito quente, mas gostamos. As condições foram boas para um jogo agressivo, pois a quadra era bastante dura e rápida. O circuito está muito competitivo com um nível alto entre as duplas. Muitas podem ir bem. Claro que queremos muito vencer e ocupar o topo do ranking, é uma possibilidade e ficaríamos muito felizes se acontecesse, mas o nível é bastante alto e precisamos pensar a cada ponto e a cada jogo antes de mais nada. Nossa preparação tem sido intensa, utilizamos esse período para entrar em forma e nos preparar para a gira de torneios. Estamos animadas para o início do ano”, destaca Sophia Chow.

Entrada Gratuita

A competição é realizada na Arena Beach Peak, na MT-251, a Rodovia Emanuel Pinheiro, nº 300, no bairro Jardim Vitória, e conta com apoio do Governo de Mato Grosso, por meio de convênio firmando entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e a Federação Mato-Grossense de Tênis. A entrada é gratuita.

Leia Também:  Mato Grosso é escolhido para sediar evento nacional sobre doença falciforme

A série de torneios começou nesta segunda (16), por volta de 8h30, com o BT 50, o equivalente a 50 pontos para cada dupla campeã no ranking mundial. Os primeiros campeões vão ser conhecidos no período da noite. Participam da competição os melhores do mundo, como a dupla italiana Giulia Gasparri e Ninny Valentini, o hexacampeão mundial, o italiano Michele Cappelletti, com o campeão mundial, o brasileiro André Baran, o espanhol Antomi Ramos, bicampeão mundial, com o italiano Niccolo Gasparri, os brasileiros Daniel Mola e Giovanni Cariani, ambos top 10 do mundo, entre outros atletas de renome internacional.

A competição está sendo transmitida pela ESPN, do Disney+ além do PlayBT no Youtube e da RedeTV em TV aberta para todo o país.

O evento é todo gratuito na quadra central e quadra 2 durante a semana toda. Os atletas amadores também disputam o torneio nacional da Confederação Brasileira de Tênis nas categorias por nível A, B, C e D, além de categorias por idades juvenis e veteranos.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

Publicados

em

A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

Leia Também:  Operação Fair Play cumpre 19 mandados contra grupo que lavou dinheiro do tráfico e comprou apartamento

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA