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Detran-MT realiza campanha com pais e alunos para segurança no trânsito

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O Detran-MT iniciou nesta segunda-feira (06.02) a Campanha “Volta às Aulas 2023 – No Trânsito, Escolha a Vida!”. Serão realizadas abordagens educativas ao longo da semana em diversas escolas de Cuiabá, Várzea Grande, e também no interior do estado com o objetivo de sensibilizar pais, alunos e comunidade escolar sobre atitudes conscientes para um trânsito mais seguro.  

“A campanha de volta às aulas é um período importante para alertar principalmente aos motoristas que trafegam próximos às unidades escolares para que redobrem os cuidados nessas vias. Respeitar a faixa de pedestre em frente às unidades escolares é respeitar a vida. Queremos conjugar esforços para a redução de mortes e lesões no trânsito, que é um dos pilares também do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans)”, destacou a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran-MT, Gresiella Almeida.

Até sexta-feira (10.02), a equipe da Coordenadoria de Ações Educativas de Trânsito vai conversar com pais e alunos sobre a importância da travessia na faixa de pedestre, os cuidados e atenção ao tráfego de veículos nas proximidades das escola, e sobre a forma correta de transportar crianças nos veículos com o uso de equipamento adequado de contenção de segurança, além de informar sobre o transporte seguro em motocicleta com uso do capacete e idade mínima de 10 anos.

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As analistas pedagogas do Detran também estão orientando os condutores a não dirigir falando ao celular, não estacionar em local proibido e fazer o desembarque correto das crianças nas proximidades das escolas.

“Foi um momento muito importante para nós. As orientações foram válidas e aceitas com muito sucesso pelos estudantes”, disse a coordenadora do Colégio Aptus, Suzana Ferreira, uma das escolas atendidas nesta segunda.

A campanha “Volta às Aulas 2023 – No Trânsito, Escolha a Vida!” será realizada até a próxima sexta-feira (10.02) e conta com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar para as ações em Cuiabá e Várzea Grande e das Ciretrans nas abordagens no interior do Estado.

Confira a programação para Cuiabá e Várzea Grande:

Terça-feira (07.02) 

Das 6h15 às 8h / 12h15 às 13h30  – Colégio Fundação Bradesco, em Cuiabá

6h15 às 8h / 12h15 às 13h30 – EMEB Orzina de Amorim Soares, Jardim Vitória, Cuiabá

Quarta (08.02)

6h15 às 8h / 12h15 às 13h30 – E. E. Dione Augusta Silva Souza, Cpa IV, em Cuiabá

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6h15 às 8h/ 12h15 às 13h30  – Centro Pedagógico de Aprendizagem R. Profa. Alice Freire Silva, Morada da Serra, Cuiabá

Quinta-feira (09.02)

16h15 às 17h30 – Creche Municipal Nasla Joaquim Aschar, Cpa I, Cuiabá

16h15 às 19h30 – E. E. André Avelino Ribeiro, Morada da Serra, Cuiabá

Sexta-feira (10.02)

6h15h às 8h/ 12h15 às 13h30 – EE Fernando Leite de Campos, Várzea Grande

6h15h às 8h / 12h15 às 13h30 – Centro Educacional Ayrton Senna, Várzea Grande

Fonte: GOV MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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