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Detran-MT oferta mais de 9,5 mil vagas para mutirão de prova prática

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) está ofertando 9.520 vagas para o mutirão de prova prática que começou esta semana, de forma simultânea, nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde e Sorriso. Somente em Cuiabá são 3.750 vagas disponíveis para categoria B (carro).

O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, enfatiza que o objetivo do mutirão é atender todos os candidatos que estão com processos abertos desde 2019. Esses processos tiveram prorrogações do prazo pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em razão da pandemia do Covid-19, e agora irão encerrar o prazo em 31 de dezembro de 2023, sem possibilidade de reativação por mais um ano.

“Estamos monitorando esses processos de primeira habilitação que estão em aberto e trabalhado no atendimento a esses candidatos, com o aumento da disponibilidade das vagas para prova prática, bem como a realização de mutirões para dar celeridade nesses processos”, destaca.

Os mutirões serão realizados nos períodos de 03 a 06 de abril; 17 a 20 de abril; 02 a 05 de maio e 05 a 07 de junho. A força-tarefa acontecerá nos municípios que têm maior demanda represada, como Cuiabá, Várzea Grande, Barra do Bugres, Tangará da Serra, Campo Verde, Primavera do Leste, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Sapezal, Colíder e Alta Floresta.

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O Detran-MT reforça aos candidatos que a partir de janeiro de 2024, os processos não finalizados serão reiniciados sem aproveitamento de etapas concluídas.

“Portanto, orientamos esses candidatos para que procurem a sua autoescola e realizem as etapas que ainda não foram concluídas”, alerta o diretor de Habilitação e Veículos do Detran-MT, Alessandro de Andrade.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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