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Corrida do Legislativo garante alimentos à Sala da Mulher e 30 mil reais são doados às instituições

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O vereador Chico 2000 (PL), entregou nesta quarta-feira (25), a Sala da Mulher – Maria Nazareth Hahn, centenas de alimentos arrecadados na Corrida do Legislativo. As instituições filantrópicas Casa da Mãe Joana, Caminho do Redentor e Abrigo Bom Jesus receberam, cada uma, 10 mil reais, para manutenção dos trabalhos voluntários.

Além do vereador Chico 2000, participaram das entregas o presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB), a voluntária na Sala da Mulher Amabilla Camargo e o vereador em exercício Robertinho Fernandes (PV).

Amabilla Camargo comemorou a iniciativa que deve beneficiar centenas de famílias. “Foram centenas de alimentos que chegaram hoje a Sala da Mulher e pode ter certeza que em breve chegarão nas mesas das famílias que precisam. Não queremos deixar esses alimentos parados, já vamos dar andamento nas montagens das cestas e na sequência distribuição nos bairros cadastrados no Legislativo. A Sala da Mulher, de fato, é um ponto de acolhimento. Afinal, todos os dias recebemos dezenas de mulheres, mães de famílias, que estão passando por necessidades. Ações como essa fortalecem nosso compromisso com o povo cuiabano”, comemorou Amabilla.

O vereador Chico, idealizador da corrida, destacou o compromisso da maratona com a ação social. “Nossa corrida vai além de uma simples maratona. Todos os anos arrecadamos alimentos que chegam na mesa de quem precisa. Esse ano não foi diferente, arrecadamos alimentos e também recebemos dinheiro de alguns participantes. Com o valor arrecadado compramos mais alimentos para compor as cestas básicas que serão entregues nos bairros com alto índice de pobreza” disse o parlamentar.

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O presidente da Câmara de Cuiabá Juca do Guaraná Filho destacou o compromisso da gestão com a população cuiabana. “Ações como essa demonstram nosso compromisso com o povo. Essa Casa tem se tornado referência em outros municípios, isso me deixa feliz e animado para continuar nosso trabalho sempre em favor da população”, comemorou o emedebista.

O presidente da Casa da Mãe Joana, Paulo Rogério Rodrigues, lembra que a instituição vive de doações e o valor recebido será usado na reforma do prédio. “Estamos em obras na Casa da Mãe Joana, e esse valor chegou em uma boa hora. Vamos usar esse recurso para terminar as obras no prédio para garantir um conforto melhor às pessoas que buscam a instituição filantrópica”, destacou o presidente.

Andressa Sales representante da instituição Caminho Redentor agradeceu a doação e destacou o compromisso da Casa de Leis com as ações sociais. “O trabalho segue em favor de quem precisa. A Câmara de Cuiabá tem dado um verdadeiro exemplo de solidariedade. Esse valor que recebemos hoje será muito bem aplicado. Fico feliz em saber que a Casa trabalha em favor de quem, de fato, precisa”, comemorou a voluntária.

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Já o diretor do Abrigo Bom Jesus Jorge Oscarlindo disse que o valor que a instituição recebeu será revertido em fraldas. “Todos os dias usamos centenas de fraldas no abrigo e vamos usar esse dinheiro para comprar fraldas para os idosos que abrigamos na instituição. Nós vivemos de doações e fico feliz em saber que a Câmara de Cuiabá é parceira”, destacou o diretor.

As cestas básicas serão montadas e entregues às famílias cadastradas na Sala da Mulher, da Câmara de Cuiabá. Só em 2022, o Legislativo municipal entregou mais de 10 toneladas de alimentos, com o projeto Boa Ação é Doação.

Veja as fotos do evento clicando aqui (https://www.flickr.com/photos/camaramunicipalcuiaba/albums/72177720299250472)

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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