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Corpo de Bombeiros resgata criança que caiu em poço de 17 metros de profundidade

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MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na tarde de quinta-feira (14.5), uma menina de cinco anos que caiu em um poço desativado de aproximadamente 17 metros de profundidade, localizado nos fundos de uma residência no bairro Boa Esperança, em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá).

A equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) foi acionada por volta das 16h50 para atender a uma ocorrência de queda em profundidade envolvendo uma criança. Segundo relato dos familiares, a vítima teria se aproximado do poço para pegar uma cachorrinha que estava nas proximidades, quando a tampa de concreto cedeu sob seu peso, provocando a queda.

Duas viaturas foram mobilizadas imediatamente. Ao chegarem ao local, os bombeiros constataram que a menina estava no interior do poço, que continha cerca de quatro metros de água. Consciente, ela se mantinha segurando uma fina corda improvisada para evitar afundar.

Diante da situação, os militares começaram a conversar com a criança para mantê-la calma enquanto um bombeiro descia até o local para realizar o resgate com segurança. Utilizando técnicas de salvamento vertical, o bombeiro acessou o interior do poço, realizou a abordagem da vítima, a estabilização e a avaliação primária.

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Durante o atendimento, foi constatado que a criança não apresentava ferimentos graves, possivelmente devido ao fato de a queda ter ocorrido na água. Na sequência, os bombeiros fizeram a retirada da vítima de forma segura e controlada, utilizando cadeirinha de salvamento e sistema de ancoragem com cabo de segurança.

Após o resgate, a criança passou por avaliação secundária, sendo identificadas escoriações na perna e no braço esquerdo. Considerando ainda a possibilidade de ingestão de água contaminada do poço, além da necessidade de exames complementares, a menor foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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