MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros controla incêndios florestais na Serra do Roncador e no Parque Estadual da Serra Azul
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) controlou os incêndios florestais que atingiram o Parque Estadual da Serra Azul e a região da Serra do Roncador, no município de Barra do Garças (a 637,6 km de Cuiabá). As áreas seguem em monitoramento.
De acordo com o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, a precipitação de chuva registrada na região contribuiu para o aumento da umidade do solo, favorecendo o controle dos focos de calor pelas equipes em atuação no local.
“O incêndio foi contido, mas algumas áreas ainda apresentam fogo dentro de uma área já queimada. As equipes permanecem em campo realizando vigilância e ações de rescaldo nos locais para extinguir totalmente o incêndio”, explicou.
No Parque Estadual da Serra Azul, continuam em operação duas aeronaves, empregadas no lançamento de água sobre os focos remanescentes. As equipes terrestres seguem atuando, com o apoio de brigadistas da prefeitura, para a extinção completa dos focos.
Já na região da Serra do Roncador, a aeronave e as equipes em solo permanecem mobilizadas, no combate e monitoramento dos focos ativos e atuando preventivamente para evitar reignições.
Apesar do controle, o Corpo de Bombeiros Militar segue fazendo o acompanhamento via satélite do cenário, por meio da Sala de Situação Central, com o objetivo de detectar rapidamente qualquer novo foco de incêndio. “Nosso trabalho não termina com o controle das chamas. Permaneceremos em campo até que a área esteja totalmente segura”, disse o tenente-coronel Marcondes.
A melhora no cenário também é reconhecida com alívio por parte dos profissionais que atuam diretamente na gestão e proteção da unidade de conservação. A gerente do Parque Estadual da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner, destacou o trabalho conjunto e a importância do apoio recebido durante o combate ao incêndio. “Conseguimos controlar o incêndio. Agradecemos a todas as equipes envolvidas, que não mediram esforços para que pudéssemos conter o fogo”, concluiu.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).
A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.
“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.
A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.
No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.
Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.
“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.
A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.
“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.
As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.
Fonte: Governo MT – MT
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