MATO GROSSO
“Conseguimos entregar essa obra porque tivemos apoio do Governo do Estado”, afirma defensora-geral
MATO GROSSO
“Acho que o senhor é o primeiro governador que vem a um evento de inauguração na Defensoria. Eu gostaria de agradecer imensamente, muito mesmo ao Governo, porque a gente só está conseguindo entregar isso aqui porque a gente teve apoio do governo do Estado”, relatou ela.
Luziane Castro lembrou que os repasses constitucionais para a instituição tem ocorrido em dia durante a gestão, e que o Governo sempre tem apoiado as boas iniciativas da Defensoria.
“Esse apoio do Governo comecou lá atrás, ainda em 2019, quando fomos licitar a reforma e ocorreu uma suplementação, porque nós não tínhamos esse dinheiro.
O Governo acreditou e fez uma suplementação para que a gente pudesse dar início a essa obra. Então a gente só conseguiu dar esses passos porque existe um entendimento muito diferente hoje no Governo, de que a população tem que receber espaços dignos como esse, que tenham qualidade e que possamos atender com carinho, com afeto e acolhimento”, pontuou.
Mauro Mendes pontuou que o novo núcleo vai proporcionar um ambiente adequado para atender os cidadãos que buscam ajuda da Defensoria, e também para os servidores.
“Quando as pessoas chegarem aqui serão bem recebidas e terão um atendimento profissional que vai ajudar na solução dos seus problemas. É um espaço que vai acolher milhares de pessoas. Com esse ambiente, a Defensoria vai motivar os seus profissionais, defensores e servidores a prestar um melhor serviço, porque eles se sentirão valorizados”, finalizou.![]()
Também prestigiaram o evento: os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação) e César Roveri (Segurança); a desembargadora Antônia Siqueira Rodrigues; o ex-defensor geral Clodoaldo Júnior; o vice presidente da OAB-MT, José Carlos Oliveira Júnior; o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Gianmarco Coppola; além de representantes de instituições sociais e movimentos populares.
O núcleo
O novo espaço vai unificar os núcleos cíveis de Cuiabá. O atendimento à população no local terá início no dia 22 de maio, às 8h.
A Defensoria vai ocupar o térreo e 12 dos 16 andares do prédio, unificando o atendimento dos Núcleos de Iniciais, Cível, Defesa da Mulher, Consumidor, Fundiário, Conciliação, Direitos Difusos e Coletivos, e Segunda Instância Cível e Criminal, que hoje estão em diferentes pontos na mesma avenida, além de abrigar a Ouvidoria, Conselho Superior, Corregedoria, Escola Superior, e outras unidades administrativas.
A grande vantagem do novo espaço é a unificação de todos os núcleos da área cível, criando um ponto de referência da Defensoria Pública em Cuiabá e facilitando a vida do cidadão, que não terá mais que perambular por diferentes locais em busca de atendimento na capital.
A recepção é ampla, foi totalmente reformada, e pode abrigar confortavelmente cerca de 300 pessoas, que vão receber um atendimento humanizado, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Todo cidadão com renda individual de até três salários mínimos ou renda familiar de até cinco salários pode ser atendido gratuitamente pela Defensoria Pública, assim como os grupos socioeconomicamente vulneráveis, pessoas superendividadas e outros casos, conforme a avaliação individual do defensor.
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio
O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
ESPORTES6 dias atrásGrêmio busca empate no fim contra o Fluminense e evita derrota em casa
-
POLÍTICA6 dias atrásEscola do Legislativo abre matrículas para cursos gratuitos do segundo semestre
-
Sinop6 dias atrásVacinação itinerante supera 2,3 mil doses aplicadas em julho e reforça acesso da população aos imunizantes em Sinop
-
MP MT6 dias atrásSemear e Colher
-
POLÍCIA FEDERAL6 dias atrásFICCO/PE cumpre dois mandados de prisão definitiva
-
SAÚDE7 dias atrásCampanha do Ministério da Saúde orienta sobre riscos das apostas online e atendimento em saúde mental no SUS
-
Rondonópolis6 dias atrásRondonópolis abre processo seletivo para contratação de professores para rede municipal
-
ESPORTES6 dias atrásCorinthians busca empate com o Bahia na Fonte Nova e se complica no Brasileirão




