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Câmera do Vigia Mais MT leva à prisão de foragido em Cuiabá

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O programa Vigia Mais MT levou a prisão de um foragido da Justiça, na tarde desta quarta-feira (4.6), na avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA), em Cuiabá.

Um veículo Volkswagen Voyage branco, registrado em nome do suspeito, foi identificado pelas câmeras do programa da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

O Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) emitiu o alerta de forma imediata, após a leitura da placa e repassou as informações a uma equipe do 1º Batalhão da Policia Militar, que realizou a abordagem do motorista em frente ao prédio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea), no bairro Baú.

Durante a checagem dos ocupantes, foi constatado que o condutor, identificado pelas iniciais de G. R. S. J., de 41 anos, possuía um mandado de prisão em aberto expedido pela Vara Criminal de Rondonópolis. Ele era procurado pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

O foragido recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil para as providências legais.

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O veículo, que estava com a documentação em dia, foi entregue à irmã do suspeito.

A ocorrência reforça a importância do Vigia Mais MT no apoio às forças de segurança e no combate à criminalidade, possibilitando respostas rápidas e ações efetivas.

O programa

Lançado em março de 2023 pelo governador Mauro Mendes e o secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, o Vigia Mais MT é um programa do Governo de Mato Grosso que integra tecnologia às ações de segurança pública.

Com investimento de R$ 30 milhões, a iniciativa prevê a instalação de 15 mil câmeras em todos os 142 municípios do estado, além de possibilitar a parceria com entes públicos e privados interessados em colaborar no monitoramento de ruas, avenidas, praças e outros espaços de interesse coletivo.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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