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Batalhão Rotam impede roubo a hotel e liberta reféns em Várzea Grande

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Policiais militares do Batalhão Rotam impediram um roubo a um hotel, localizado na Rodovia dos Imigrantes, em Várzea Grande, na madrugada desta terça-feira (01.03). Três homens foram presos após manterem reféns funcionários e hóspedes do local. 

Por volta das 2h, a equipe da Rotam recebeu informações via rede de rádio que três indivíduos armados estariam praticando um roubo a um hotel na Rodovia dos Imigrantes. De imediato, os policiais foram ao local e visualizaram as vítimas mantidas refém no interior do estabelecimento. Um dos suspeitos, ao perceber a presença da PM, atirou em direção aos policiais. 

Diante da situação, foi feito o isolamento da área e se iniciram as negociações com os três suspeitos, que após cerca de 2 horas deixaram as armas de fogo no chão se renderam, libertando as vítimas. Dois revólveres calibre 32 e 38 e uma pistola 9mm foram apreendidos na ação. 

De acordo com o boletim de ocorrência, os três homens invadiram o local e fizeram as vítimas de “escudo humano”. Os suspeitos diziam que se a polícia entrasse, matariam todos os reféns. Os pertences pessoais e dinheiro roubado estavam espalhados pelo hotel. 

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A Rotam verificou que um dos suspeitos presos em flagrante eram foragidos da justiça por crime de roubo, na checagem foi localizado um mandado de prisão em aberto expedido pela 5º Vara Criminal de Várzea Grande. Os suspeitos foram conduzidos para a Delegacia.  A ocorrência foi entregue à Polícia Judiciária Civil. 

Fonte: GOV MT

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MP MT

Réu é condenado a 21 anos e 8 meses por homicídio de agente prisional

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou Márcio Ribeiro Moreira, conhecido como “Márcio Cabelo”, a 21 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado do agente prisional Ivan Fernandes. O julgamento foi realizado nesta segunda-feira (20), e o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade do crime, a autoria e a qualificadora do motivo fútil. A acusação em plenário foi sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues.De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime ocorreu na noite de 28 de agosto de 2013, em frente ao Bar P2, no bairro CPA IV, em Cuiabá. Na ocasião, Ivan Fernandes e outras pessoas assistiam a uma partida de futebol quando solicitaram ao acusado que diminuísse o volume do som de seu veículo. Inconformado com o pedido, Márcio Ribeiro Moreira retornou ao carro, pegou uma arma de fogo, aproximou-se novamente do local e efetuou um disparo que atingiu a vítima na região do abdômen.O caso chamou atenção pela longa luta da vítima pela sobrevivência. Após ser baleado, Ivan Fernandes permaneceu hospitalizado por quase um ano, período em que foi submetido a mais de dez procedimentos cirúrgicos em razão das graves complicações decorrentes do ferimento. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu e morreu em 11 de agosto de 2014. Com o óbito, o Ministério Público promoveu o aditamento da denúncia, que passou de tentativa de homicídio para homicídio consumado.Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram que o crime foi cometido por motivo fútil, uma vez que a reação do acusado decorreu de um simples pedido para que reduzisse o volume do som automotivo. A sentença também destacou que a vítima não contribuiu para a ocorrência do fato, tendo apenas solicitado, de forma educada, que o som fosse abaixado.Na dosimetria da pena, foram consideradas circunstâncias desfavoráveis ao réu, entre elas a elevada culpabilidade, os maus antecedentes, as circunstâncias do crime e as graves consequências da conduta. A decisão ressalta ainda que Ivan Fernandes era jovem e deixou uma filha de apenas três anos de idade à época dos fatos.Além da condenação a 21 anos e 8 meses de reclusão, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira determinou a prisão imediata do réu para o início do cumprimento da pena, negando-lhe o direito de recorrer em liberdade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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