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Barra do Bugres faz Natal Solidário para famílias que vivem em situação de vulnerabilidade

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A Justiça Comunitária da Comarca de Barra do Bugres (175 Km de Cuiabá) realizou, nesta sexta-feira (16 de dezembro), o Natal Solidário para famílias de baixa renda que vivem em situação de vulnerabilidade social.
 
A ação, que vem sendo organizada há três anos pelo juiz da 1ª Vara da unidade judicial, Sílvio Mendonça Ribeiro Filho, doou alimentos, roupas e calçados. Foram entregues 350 cestas básicas com alimentos não perecíveis, e as crianças, além de brinquedos, ganharam doces, balinhas e salgados.
 
As famílias beneficiadas são cadastradas junto à Secretaria Municipal de Bem Estar Social, Associação de Pai e Amigos dos Excepcionais (Apae) e entidades religiosas que fazem trabalho de acolhimento social.
 
Os objetos e alimentos foram arrecadados pelos servidores e servidoras, comerciantes e populares que se solidarizaram com a campanha. A entrega foi no ginásio de esportes da cidade, conhecido como ‘Abelhão’.
 
O magistrado parabenizou a todos os envolvidos na arrecadação e organização, e disse que está orgulhoso pela solidariedade demonstrada pelos moradores de Barra do Bugres. “Mais um ano que estamos conseguindo fazer a diferença durante o Natal na vida dessas famílias”, declarou Sílvio Mendonça.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto 1: imagem colorida em formato horizontal das cestas básicas. Foto 2: imagem colorida em formato horizontal de pessoas escolhendo roupas e calçados. Foto 3 – imagem colorida em formato horizontal de famílias beneficiadas.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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