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Atletas do programa de bolsas do Governo de MT estreiam nas Paralimpíadas de Paris neste sábado (07)

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MATO GROSSO

Os atletas Arthur Silva e Érika Zoaga, bolsistas do programa Olimpus MT do Governo de Mato Grosso, estão em contagem regressiva para estrear nos tatames de judô nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. Ambos disputarão, neste sábado (07.09), as categorias +70Kg e +90Kg, respectivamente, e J1 (cego total). As competições estão programadas para começar às 4h30 (horário de Mato Grosso).

Os esportistas são contemplados na categoria Internacional do projeto Olimpus. Além da bolsa, Érika e Arthur podem receber o Prêmio Olímpico do Governo do Estado, um incentivo pela convocação e participação no maior evento paradesportivo do mundo. Adicionalmente, os atletas têm a oportunidade de ganhar o prêmio Medalhista Olímpico do Governo de Mato Grosso, que oferece até R$ 100 para cada atleta que alcançar uma medalha na competição.

Com 36 anos, Érika Zoaga expressou sua empolgação e orgulho em representar Mato Grosso e o Brasil na competição. “Vivendo intensamente a minha primeira participação nos Jogos Paralímpicos e é sempre uma honra representar o meu Estado e meu país. Os sorteios das chaves já foram realizados e minha estreia será contra uma atleta da Venezuela, já nas quartas de final”, afirmou.

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Prêmio Olímpico

A premiação integra o projeto Olimpus MT, que tem como objetivo incentivar e apoiar atletas mato-grossenses em suas jornadas esportivas. Retomado e ampliado em 2020 pelo Governo do Estado, o projeto garante auxílio financeiro mensal a 488 atletas e 85 técnicos de Mato Grosso em suas últimas edições.

A portaria 245/2024, publicada pela Secel no dia 15 de julho, dispõe sobre os procedimentos a serem observados para a disponibilização dos Prêmios Atleta Olímpico, Técnico Olímpico, Medalha Olímpica e Técnico Medalha Olímpica.

Os atletas, paratletas e técnicos convocados e medalhistas nos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos têm até o dia 24 de setembro para encaminhar o formulário de requerimento e demais documentos comprobatórios à Secel.

Até o momento, apenas a meio-campista Ana Vitória (futebol feminino) garantiu o prêmio de R$ 100 mil. Lissandra Campos (salto em distância), Isadora Lopes e Yasmim Soares (rugby sevens), Ana Satila (canoagem e caiaque slalom), Almir Junior (salto triplo) e Caroline Santos (taekwondo) são os representantes que devem receber um prêmio de R$ 30 mil por sua atuação nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

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Acesso à Portaria e anexos: www.secel.mt.gov.br/-/17460715-portaria-105/2021-premios-olimpicos

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após décadas de espera, Governo de Mato Grosso muda cenário da saúde com o Hospital Central

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O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso em operação desde janeiro deste ano, marca um novo momento da saúde pública no estado e tem recebido diversos elogios de pacientes e seus familiares.

A moradora de Diamantino Cleonice Soares, esposa do paciente Francisco, que passou pela cirurgia robótica, considera que o atendimento da unidade traz muitos diferenciais e é melhor do que em hospitais privados.

“A gente vinha há um tempo só tratando no particular e quando surgiu a oportunidade de a gente vir para Cuiabá e fazer esse tratamento pelo SUS foi uma vantagem muito grande, algo extraordinário em nossas vidas. O lugar é fantástico, é um acolhimento que a gente não acha nem em rede particular. Todo mundo nos acolheu como alguém muito especial”, avaliou.

Voltado à medicina de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade estruturada para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta precisão, com incorporação de tecnologias avançadas, incluindo cirurgia robótica, voltada ao atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós tiramos o Hospital Central do papel e trouxemos para Mato Grosso o que há de melhor na saúde do Brasil. Ao escolher o Einstein para administrar a unidade, elevamos o padrão da saúde pública e ampliamos o acesso a serviços de alta complexidade. O mato-grossense merece ter aqui o atendimento que antes precisava buscar fora do estado”, avaliou o governador Otaviano Pivetta.

Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica com 25 anos de atuação no SUS, o Hospital Central foi responsável pelas primeiras cirurgias robóticas feitas pela saúde pública em Mato Grosso. A primeira delas foi em fevereiro e, desde então, já são 23 cirurgias realizadas, entre urologia e ginecologia.

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A cirurgia robótica traz mais precisão na realização dos procedimentos e garante uma recuperação mais ágil e confortável ao paciente. Além da urologia e da ginecologia, cirurgias pediátricas e do aparelho digestivo também serão feitas com o robô.

Outro avanço foi a realização das primeiras intervenções cardíacas pediátricas por meio do serviço de hemodinâmica, implementado em maio de 2026. A tecnologia permite procedimentos menos invasivos e menor dependência de encaminhamentos para tratamento fora do estado. São dois aparelhos no Hospital Central, sendo um deles voltado exclusivamente para procedimentos cardiovasculares. A partir do mês de julho, a previsão é ofertar pelo menos 240 procedimentos por mês dessa especialidade.

“Mais do que ampliar a oferta de serviços e atuar como referência em alta complexidade, o Hospital Central qualifica a assistência em saúde de Mato Grosso. A unidade foi estruturada para garantir atendimento humanizado, seguro e resolutivo, compatível com os mais altos padrões de qualidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Mais de 17 mil atendimentos já foram realizados no Hospital Central, entre consultas em sete especialidades cirúrgicas pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas, além de exames de imagens e laboratoriais e cirurgias. Pacientes de 104 municípios de Mato Grosso já foram atendidos neste hospital, o que corresponde a mais de 73% do território estadual.

Até o final de julho, a unidade hospitalar entra em sua operação plena, ampliando para 12 o total de especialidades cirúrgicas. Serão inseridos procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas. Para isso, profissionais médicos de 36 especialidades foram contratados para compor a equipe do Hospital Central, proporcionando a integralidade da assistência, com diagnósticos precisos e rápidos e qualidade assistencial diferenciada, necessária à alta complexidade.

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“Temos conseguido, desde o início da operação do Hospital Central, oferecer à população de Mato Grosso serviços de excelência que ainda não estavam disponíveis no SUS do estado, ampliando o acesso e trazendo uma nova realidade à população”, comemorou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.

Os pacientes atendidos no hospital são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. Para isso, os usuários do SUS precisam manter atualizados seus contatos junto à unidade de saúde de sua comunidade.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no SUS por meio da gestão de unidades públicas, que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência, e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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