MATO GROSSO
Atletas bolsistas do Governo de MT conquistam medalhas de prata em Campeonato Sul-Americano
MATO GROSSO
Dois atletas bolsistas do projeto Olimpus MT, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), conquistaram medalhas de prata no Campeonato Sul-Americano de Atletismo Sub-20, realizado entre os dias 12 e 14 de julho, em Lima, no Peru.
A outra prata foi conquistada por Gilvan Ribeiro da Costa, de Peixoto de Azevedo (672 km de Cuiabá), no salto triplo, com 15,52 m. Além da conquista, o atleta retificou o índice para o Campeonato Mundial de Atletismo Sub-20 que acontece no próximo mês de agosto, também na capital peruana.
“O maior objetivo desse ano era que o Gilvan conseguisse o índice para o Mundial, algo que parecia distante para nós. Mas com o trabalho e o planejamento que fizemos para 2024, deu tudo certo até agora. Conseguimos o índice e pretendemos fazer ainda mais bonito para o nosso Estado e país nessa que é a maior competição da categoria”, disse o técnico.
“O Olimpus MT é de suma importância para nós, treinadores e esportistas. Acredito que se não tivesse esse incentivo do Estado, nada disso estaria acontecendo na minha vida e na do Gilvan. O Governo de Mato Grosso, através de toda a ajuda que oferece por meio da Secel, tem uma boa parcela nesse processo de bons resultados dos atletas. São esses incentivos que nos mantém no esporte”, ressaltou o professor.
Além das conquistas no atletismo, outro momento importante para Mato Grosso ocorreu no Campeonato Pan-Americano U-20 de Wrestling, também realizado na capital do Peru, onde o atleta Kyle Oliveira, bolsista do projeto Olimpus, conquistou a medalha de bronze no estilo livre masculino 97kg. A competição foi realizada entre os dias 12 e 14 de julho e contou com esportistas representantes de diversos países.
“É com imenso orgulho que parabenizo nossos atletas pelo excelente desempenho e pela conquista de tantas medalhas. Vocês não sabem o quanto ficamos felizes de ver o impacto positivo que os investimentos realizados pelo Governo no fomento ao esporte têm gerado bons frutos”, destacou o secretário da Secel, David Moura.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.
De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
Fonte: Governo MT – MT
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