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Ager apresenta novo aplicativo de fiscalização do transporte intermunicipal

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) apresenta, nesta sexta-feira (9.1), o Fiscaliza STCRIP, módulo em formato de aplicativo desenvolvido para modernizar e fortalecer as ações de fiscalização do transporte intermunicipal de passageiros realizadas em campo pelos servidores da Agência.

O novo sistema permite a execução das fiscalizações de forma mais prática, eficiente e integrada aos sistemas informacionais da Ager, das empresas cadastradas e de outros órgãos do Governo do Estado. Entre as principais funcionalidades estão a emissão eletrônica de termos de notificação de autuação e apreensão, substituindo o uso de formulários em papel, além do registro imediato de informações, imagens e evidências no local da ocorrência, inclusive em áreas sem acesso à internet.

O aplicativo possibilita ainda o gerenciamento e a consulta de dados dos motoristas que atuam no transporte intermunicipal de passageiros, assegurando confiabilidade, rastreabilidade das informações e maior segurança aos usuários do serviço. A ferramenta permite também a visualização dos dados das empresas operadoras, das linhas autorizadas e dos veículos cadastrados, ampliando o controle e a agilidade das ações fiscalizatórias.

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O Fiscaliza STCRIP é o primeiro módulo entregue do RegulaMT, sistema digital de serviços regulados pela Agência, desenvolvido com o objetivo de fortalecer o controle, a rastreabilidade, a transparência das ações de fiscalização e o devido processo sancionatório. A solução foi desenvolvida pela Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e é integrada ao MT Login, sistema de autenticação única do Governo de Mato Grosso.

Serviço | Lançamento do Módulo Fiscaliza STCRIP

Quando: 9 de janeiro, às 9h.

Onde: Sede da Ager, na Avenida Carmindo de Campos, n° 329, Bairro Jardim Shangri-lá, Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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