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Advocacia aprova pagamento de custas processuais por pix

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A nova opção de pagamento de guias de custas processuais por pix, adotada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso desde 9 de janeiro, é aprovada pela advocacia mato-grossense.
 
O advogado Renan Vilela atua em Mato Grosso há sete anos e atualmente preside a Comissão de Direito Civil e Processo Civil da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso (OAB-MT). Para ele, a implantação da nova modalidade traz benefícios ao cidadão e aos escritórios, que ganham com agilidade.
 
“É uma ferramenta simples de implementar que ajuda muito no dia a dia. Só vejo benefícios. Isso demonstra que o TJ está mais próximo da realidade da sociedade, colocando o pix à disposição, é um grande passo do Tribunal”, pontua.
 
Em termos práticos do cotidiano do escritório onde Vilela atua, a mudança garante mais celeridade nos atos processuais. Por exemplo, o tempo para uma guia ser processada em pagamento por boleto é de até 48 horas. Pelo pix, esse tempo passa a ser de poucos minutos.
 
Casos de plantão e petições com pedido de liminar urgente também ganham com o novo método de pagamento, pois “sem essa demora para compensar, o recurso não fica parado no Tribunal de Justiça aguardando a compensação”, avalia o advogado.
 
“É mais uma opção, que pode ajudar o jurisdicionado para o pagamento de custas, é bem-vinda. Estamos sempre buscando opções e ferramentas que facilitem a entrega da prestação jurisdicional e o pagamento de custas é requisito para tanto”, analisa a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso.
 
Pix QR Code ou Copia e Cola – O pagamento via Pix para as guias on-lines está disponível nas opções ‘QR Code’, a qual o jurisdicionado escaneia o código presente na guia, ou ‘Pix Copia e Cola’, em que a sequência de códigos e caracteres no documento é copiado e posteriormente colado no espaço adequado.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: arte digital colorida de uma mão feminina segurando um celular que lê o QR Code do TJMT, com fundo marrom. Acompanha o texto: Pagamento de guias de custas processuais por Pix. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
Segunda imagem: foto vertical colorida do advogado Renan Vilela. Ele olha para a câmera e sorri. Ele tem cabelo castanho, usa terno azul, camisa branca e gravata vermelha com pontos brancos. Ao fundo há livros, folhas de samambaia e uma escultura.
Terceira imagem: foto horizontal colorida da presidente Gisela. Ela tem cabelos castanhos claros, está maquiada, veste terno rosa e blusa preta e fala diante de um microfone com algumas pessoas atrás a observando.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

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As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

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Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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