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STF implanta mudanças para aprimorar portal na internet
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A partir deste sábado (27), serão implantadas mudanças no portal do Supremo Tribunal Federal (STF) na internet. Entre elas, estão atualizações que melhoram a acessibilidade na navegação e alterações tecnológicas que trazem mais segurança e facilitam o acesso às informações.
A atualização dos componentes tecnológicos do portal foi realizada com o objetivo de melhorar sua performance, de modo a torná-lo mais seguro e permitir a criação de diferentes interfaces gráficas. A nova versão também padroniza toda a identidade visual do portal.
Acessibilidade
Entre as principais alterações, o portal do STF dispõe agora do “VLibras”, programa que traduz, em tempo real, conteúdos digitais como textos, áudios e vídeos, para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), auxiliando pessoas com deficiência auditiva. Também está disponível o atributo “alt text”, ou texto alternativo. Essa ferramenta permite que um texto que acompanha as imagens seja lido em voz alta por leitores de tela, ajudando a navegação dos usuários com deficiência visual.
Outra mudança foi a utilização de uma nova paleta de cores focada na acessibilidade. Será possível acionar o alto contraste para facilitar a leitura por pessoas com problemas de visão, o que torna o texto mais legível em ambientes com muita luz e ajuda a diminuir o consumo de energia. O site permitirá, ainda, a acessibilidade por teclado: ao pressionar a tecla “tab”, pode-se navegar sem a utilização do mouse.
Novidades funcionais
Com a atualização, o conteúdo do portal foi ajustado para navegação em dispositivos móveis como celulares e tablets. Houve, ainda, a ampliação do conteúdo do menu superior, que passa a exibir itens antes exibidos em menu lateral que, na versão anterior, não era responsivo nem visível na página inicial do site.
EC/AD//EH
Fonte: STF
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Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor
Quem financia a campanha? A prestação de contas também interessa ao eleitor
Prazo para a prestação de contas parcial das Eleições 2026 termina neste domingo, 13 de setembro, e mostra por que acompanhar o dinheiro da campanha também faz parte do voto consciente.
Durante uma eleição, o eleitor acompanha pesquisas, propostas, debates, alianças e propaganda. Mas há outro aspecto que também merece atenção: d e onde vem o dinheiro que financia uma campanha e como ele está sendo utilizado.
Neste domingo, 13 de setembro, termina o prazo para que partidos, candidatas e candidatos apresentem à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial das Eleições 2026 . Nela devem constar as movimentações financeiras e os recursos estimáveis em dinheiro registrados desde o início da campanha até 8 de setembro.
A prestação parcial funciona como uma espécie de fotografia financeira da campanha naquele momento. Ela permite verificar quanto foi arrecadado, quem contribuiu, quais despesas foram realizadas e como os recursos estão sendo empregados.
Mas é importante fazer uma distinção: informações financeiras da campanha podem aparecer antes da prestação parcial , porque os recursos recebidos devem ser informados à Justiça Eleitoral durante a própria campanha e os relatórios financeiros podem ser disponibilizados na internet em até 48 horas.
O dia 15 de setembro representa outro marco. Nessa data, a Justiça Eleitoral divulgará oficialmente, na internet, a prestação de contas parcial consolidada, com indicação dos doadores e dos respectivos valores declarados, observadas as regras de proteção de dados pessoais.
Para o eleitor, essas informações ajudam a enxergar a campanha por outro ângulo. Conhecer propostas é essencial, mas compreender quem financia uma candidatura e para onde o dinheiro está sendo direcionado também contribui para uma escolha mais consciente.
Para candidatos e partidos, a atenção deve ser redobrada. A prestação parcial precisa refletir a movimentação real da campanha. Omissões, inconsistências ou informações incorretas podem repercutir posteriormente na análise das contas eleitorais.
Também é importante lembrar que essa é apenas uma etapa. Após as eleições, haverá a prestação de contas final, quando toda a movimentação financeira da campanha será submetida à análise da Justiça Eleitoral.
A transparência eleitoral não está apenas no discurso do candidato. Ela também está na origem dos recursos, nos gastos realizados e na possibilidade de fiscalização pela sociedade.
Em uma democracia, saber quem pede o voto é fundamental. Saber quem financia a campanha também.
André Pozeti
Advogado, especialista em Direito Eleitoral, ex-juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e membro da Comissão Eleitoral da OAB/MT.
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