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São Paulo garante vaga nas quartas da Libertadores em decisão nos pênaltis
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Em uma noite de tirar o fôlego e com requintes de drama, o São Paulo selou sua passagem para as quartas de final da Copa Libertadores. Nesta terça-feira, no Morumbis, o Tricolor Paulista venceu o Atlético Nacional, da Colômbia, por 4 a 3 na disputa de pênaltis, após um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. O goleiro Rafael emergiu como o grande herói da classificação ao defender uma das cobranças colombianas.
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A partida de volta das oitavas de final manteve a intensidade do primeiro confronto, que havia terminado sem gols na Colômbia. Com o resultado agregado empatado, a decisão da vaga foi para a marca da cal, onde a estrela de Rafael brilhou mais forte.
O jogo
O São Paulo começou o jogo com ímpeto, buscando o gol desde o primeiro minuto. A pressão inicial resultou em gol logo aos 2 minutos: Cédric Soares cobrou escanteio, a bola desviou em Alan Franco e sobrou limpa para André Silva, que testou para o fundo das redes, levando o Morumbis à euforia. O gol foi validado após revisão do VAR.
Apesar da vantagem, o Atlético Nacional equilibrou as ações. O goleiro Rafael teve que intervir em uma finalização perigosa de Hinestroza aos 35 minutos para evitar o empate.
No segundo tempo, a emoção tomou conta. Aos 16 minutos, Rafael fez uma defesa espetacular em chute de Hinestroza e, no rebote, operou um milagre ao defender nova tentativa de Morelos, que estava em posição privilegiada. Contudo, um minuto depois, o zagueiro Enzo Díaz cometeu pênalti ao derrubar Morelos dentro da área. Na cobrança, o próprio Morelos bateu no canto direito, sem chances para Rafael, e deixou tudo igual no marcador. Na sequência do gol, houve confusão e Cardona, do Atlético Nacional, foi expulso.
Drama até o fim e decisão nos pênaltis
Mesmo com um a mais, o São Paulo enfrentou dificuldades para furar a defesa colombiana, que se fechou bem. Ferreirinha, em duas oportunidades, por pouco não marcou o gol da vitória, com uma jogada individual espetacular e um chute que raspou o travessão. O desespero tomou conta nos minutos finais, com o Tricolor buscando o gol incessantemente.
Com o placar em 1 a 1, a vaga foi decidida nas penalidades máximas. O São Paulo iniciou com o pé direito: Rafael defendeu a primeira cobrança, batida por Uribe, inflamando a torcida. Lucas Moura converteu na sequência, colocando o Tricolor em vantagem. Após Campuzano marcar para o Atlético Nacional, Marcos Antônio carimbou a trave, devolvendo a igualdade.
Rafael quase defendeu a cobrança de Morelos, que acabou entrando. Luciano e Enzo Díaz converteram para o São Paulo, enquanto Tesillo fez para os colombianos. Na quinta e decisiva cobrança do Atlético Nacional, Hinestroza mandou a bola no travessão. Coube a Cédric Soares a responsabilidade de converter o último pênalti, garantindo a classificação sofrida e heróica do São Paulo.
Próximos desafios
Agora, o São Paulo aguarda o desfecho do confronto entre Botafogo e LDU-EQU, que se enfrentam nesta quinta-feira, para conhecer seu adversário nas quartas de final.
Antes de pensar no próximo desafio continental, o time comandado pelo técnico Dorival Júnior volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso do São Paulo será neste domingo, às 20h30 (de Brasília), quando recebe o Atlético-MG no Morumbis, pela 21ª rodada da competição nacional.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO (4) 1 x 1 (3) ATLÉTICO NACIONAL-COL
Local: Estádio do Morumbis, em São Paulo (SP)
Data: 19/08/2025
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Maximilano Ramírez (ARG)
Assistentes: Cristian Navarro (ARG) e Pablo González (ARG)
VAR: Silvio Trucco (ARG)
Público: 57.559 torcedores
Renda: R$ 3.851.690,00
Cartões amarelos: Cédric Soares, Ferraresi e Alan Franco (São Paulo) / Cardona, Zapata e Campuzano (Atlético Nacional)
Cartão vermelho: Cardona, aos 25′ do 2ºT (Atlético Nacional)
GOLS: André Silva, aos 2′ do 1ºT (São Paulo) / Morelos, aos 24′ do do 2ºT (Atlético Nacional)
SÃO PAULO: Rafael; Ferraresi, Alan Franco (Henrique Carmo) e Sabino; Cédric Soares, Bobadilla, Marcos Antônio, Rodriguinho (Lucas) e Enzo Díaz; Luciano e André Silva (Ferreirinha). Técnico: Hernán Crespo
ATLÉTICO NACIONAL: Ospina; Román Mosquera, Arias, Tesillo e Camilo Cándido; Campuzano e Zapata (Uribe); Marlos Moreno (Bauzá), Cardona e Hinestroza; Morelos. Técnico: Javier Gandolfi
Fonte: Esportes
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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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