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Real Madrid bate Al Hilal com show de Vini Jr. e vence o Mundial pela 5ª vez
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Neste sábado (11.02), em Rabat, no Marrocos, o gigante espanhol venceu ao Al Hilal, da Arábia Saudita, e conquistou sua quinta taça da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. O time já foi o maior vencedor da história do torneio. Agora sua vantagem só cresceu.
Essa foi a décima vitória seguida dos Blancos em jogos válidos pelo Mundial. Foram triunfos pelas edições de 2014, 2016, 2017 e 2018, das quais saíram sempre como campeã.
O meio-campista alemão Toni Kroos é uma testemunha desse desempenho hegemônico: ele participou de todos os cinco títulos madridistas, sendo, dessa forma, o jogador mais vitorioso do torneio. O detalhe é que ele é um hexacampeão mundial, já que também venceu a taça pelo Bayern de Munique em 2013.

Para construir todos esses recordes, o Real Madrid não perdeu tempo contra o Al Hilal. Com 18 minutos jogados, a equipe já vencia por 2 a 0, com gols de Vinícius Júnior e Federico Valverde. A pressão foi realmente enorme, acuando o tempo saudita em sua própria área.
Valente, o Al Hilal ainda seguiu no confronto e diminuiu a vantagem espanhola oito minutos do gol do meia uruguaio, com Moussa Marega usando todo o seu físico privilegiado em descida pela ponta direita. Depois do gol, o time saudita seguiu animado, se aventurando no campo de ataque. Mas não é que o goleiro Andriy Lunin estivesse muito ameaçado.
No segundo tempo, de todo modo, o Real Madrid voltou a acelerar. Vinícius Júnior, como pé direito, fez mais uma assistência sob medida para Benzema. Em alta velocidade, Valverde recebeu o passe de Carvajal dentro da área e tocou com a categoria.
A partir daí, o jogo parecia caminhar para uma goleada, com Vinícius Júnior comandando o show. Mas o Al Hilal mostrou força novamente, anotando mais dois gols com o talentoso Luciano Vietto, indo para cima nos dez minutos finais, dando emoção à partida.
Momento chave
Mexer no placar logo aos 54 minutos foi o suficiente para manter qualquer pretensão de empate (ou virada?) do Al Hilal. Daí o símbolo da jogada individual de Vini Júnior pela ponta esquerda para servir a Benzema, numa combinação que já deu muitas alegrias para o Real Madrid.
Fonte: Agência Esporte
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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo
O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.
O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.
A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.
Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.
O castigo no segundo tempo
Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.
A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.
O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.
Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.
O caminho da Noruega
Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
Brasil 1 x 2 Noruega |
| Competição | Copa do Mundo (oitavas de final) |
| Local | MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 17h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Neymar (Brasil) |
| Cartões vermelhos | Nenhum |
| Árbitro | Ismail Elfath (EUA) |
| Assistentes | Corey Parker e Kyle Atkins (EUA) |
| VAR | Tatiana Guzman (NCA) |
| Gols | Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil) |
| Brasil | Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior. |
| Técnico do Brasil | Carlo Ancelotti |
| Noruega | Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland. |
| Técnico da Noruega | Stale Solbakken |
Fonte: Esportes
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