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Palmeiras vence o Galo no Mineirão e aumenta vantagem na liderança do Brasileirão

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O Palmeiras segue ainda mais líder ao ter superado o Atlético-MG, no Mineirão, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, na noite desta quarta-feira (28.09), com gol marcado pelo zagueiro Murilo, aos 7 minutos da etapa final. Agora com 60 pontos na tabela e garantido na liderança matematicamente pelo menos até a 31ª etapa do certame, o Verdão garantiu a sua centésima ocupando a primeira posição do Nacional desde que começou a ser disputado pelo sistema de pontos corridos, em 2003.

As 100 rodadas de lideranças palmeirenses já colocam o Alviverde no top 3 dos times que por mais vezes estiveram à frente do torneio, atrás só do Cruzeiro (109) e do Corinthians (131). Além das 22 rodadas que liderou em 2022 até aqui (já considerando a 30ª de forma garantida), o Palmeiras também foi dono deste posto no Brasileirão de 2004 (cinco vezes), em 2008 (duas vezes), em 2009 (17 vezes), em 2016 (29 vezes), 2018 (12 vezes), 2019 (oito vezes) e em 2021 (cinco vezes).

De quebra, este foi o 16° jogo invicto do time de forma consecutiva atuando como visitante no Brasileirão, isso já considerando as duas últimas partidas fora de casa da edição anterior (uma vitória e um empate) e agora mais 14 referentes a 2022 e, com isso, o Palmeiras de Abel Ferreira – nesta noite comandado por João Martins devido à suspensão de Abel – igualou a sua própria melhor série historicamente neste quesito., que havia registrada entre 05 de agosto de 2018 e 13 de julho de 2019, sob o comando do então treinador Luiz Felipe Scolari.

Além disso, essas 14 partidas partidas sem perder fora de casa só na atual edição (são 16 no total contando as duas últimas rodadas de 2021) fazem do Verdão o melhor visitante do certame, pois, nos 14 duelos, conquistou 30 dos 42 pontos possíveis, com oito vitórias (Juventude, Santos, Coritiba, São Paulo, América-MG, Ceará, Corinthians e Atlético-MG) e seis empates (Goiás, Flamengo, Avaí, Fortaleza, Fluminense e Bragantino). E o Alviverde ostenta a marca de ser, até aqui, o único time que não perdeu fora de casa no Brasileirão de 2022.

Essas 16 partidas que o Palmeiras registra (tanto entre 2018 e 2019 quanto atualmente) já representam a quarta maior série invicta de um time como visitante no Brasileirão, atrás só do Botafogo-RJ (4°, 22 jogos invictos fora de casa no Brasileiro entre 1976 e 1979); Vasco (3°, 25 jogos invictos como visitante pelo Nacional entre 1976 e 1978); e do São Paulo (recordista no quesito, com 28 jogos seguidos sem perder fora de casa entre 1974 e 1976). Será que o Verdão da atualidade consegue desbancar o rival tricolor nessa lista?

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Vale enfatizar ainda que, historicamente, o Palmeiras é dono de grandes invencibilidades no Brasileirão. Além de repetir os 16 jogos seguidos sem perder fora de casa, também já acumulou 31 jogos sem reveses entre 2018 e 2019 (é a 5ª maior série invicta de um time dentro de casa na história do Brasileiro; o líder é o Flamengo, com 53).

E levando em conta as maiores invencibilidades gerais do Nacional, independentemente do mando de campo, o Maior Campeão do Brasil aparece duas vezes no Top 5, ocupando a terceira e a quarta colocação, quando, respectivamente, acumulou 33 e 26 jogos invictos de 2018 a 2019 e entre 1972 e 1973. À frente do Verdão nessa lista, estão apenas o Santa Cruz (35 jogos invictos entre 1977 e 1978) e o Botafogo-RJ (42 jogos seguidos sem perder pelo Nacional entre 1977 e 1978).

Já quando o tema muda para série de vitórias, o Palmeiras é o número um tanto quanto mandante – 18 jogos, de 2018 a 2019, seguido do Atlético-MG, 17, de 2021 a 2022 -, como quanto visitante, pois o Alviverde de 1993 e 1994 acumulou 10 vitórias seguidas no torneio; depois, aparecem outros seis clubes com seis vitórias seguidas: o Corinthians (1973), o Botafogo (1976), o Flamengo (1978), o Vasco (1978), o Internacional (1978) e o Atlético-MG (1986). E em vitórias seguidas gerais na competição, independentemente do mando de campo, o Palmeiras emplacou oito seguidas em 1993 e, nesse ranking, só fica atrás de três clubes: Cruzeiro (nove vitórias de 2003 a 2004), Internacional (nove vitórias de 2020 a 2021) e Santos (dez vitórias de 1963 a 1964.

E as estatísticas positivas do Maior Campeão do Brasil no torneio Nacional não acabam por aí.  Voltando a focar apenas na edição atual, o time, além de melhor visitante, é também o melhor mandante, o dono do segundo melhor ataque geral da competição (45, apenas um a menos do que o Fluminense); e o detentor da defesa mais sólida (vazado apenas 19 vezes, seguido do Internacional, que sofreu 26 gols).

E se não bastasse, é o time que tem a melhor série invicta deste Brasileirão independentemente do mando de campo: foram 13 jogos seguidos com o de hoje – ou seja, é o dono da maior sequência atual. Número este de jogos invictos que já foi alcançado nesse campeonato uma vez antes entre a 2ª e a 14ª rodada por um único clube: o próprio Palmeiras. Ou seja: hoje o Alviverde repetiu a melhor marca invicta do Brasileirão 2022 que pertencia a si próprio.

Este foi o jogo de número 91 entre Palmeiras e Atlético-MG. No geral, o Maior Campeão do Brasil tem uma ampla vantagem diante do Galo: são, já com a desta noite, 40 vitórias palestrinos contra 29 do clube mineiro, além de 22 empates (com 120 gols marcados pelo Alviverde contra 101 que sofreu do adversário da vez). Apenas pelo Brasileirão, a vantagem também é palestrina: no 65ª embate entre as equipes pelo torneio, agora são 28 vitórias do Palmeiras contra 23 vitórias do Galo, e outros 13 empates (80 gols marcados pelo Verdão contra 74 vezes que foi vazado).

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Com vantagem no retrospecto geral e pelo Brasileiro, o Palmeiras agora, com essa importante vitória, passa a não ter mais retrospecto negativo contra o Atlético-MG quando o assunto se restringe apenas aos jogos disputados entre as equipes no Mineirão: em 29 partidas, agora são 12 vitórias para cada lado e cinco empates – o Verdão marcou 32 gols e sofreu 33. O mesmo vale para o retrospecto entre times no Mineirão apenas por jogos do Campeonato Brasileiro: neste cenário, são 25 jogos, com 11 vitórias do Alviverde contra 11 do Galo (26 gols marcados pelo Palmeiras contra 27 que sofreu).

Nos aspectos individuais, vale ressaltar que o fato de o único gol da peleja ter sido anotado por um zagueiro, o Murilo, fez com que o Palmeiras passasse a deter um novo recorde de sua própria história, de forma isolada, que era de 18 gols: em 1999 (dez gols de Júnior Baiano, cinco de Roque Jr., dois de Cléber e um de Agnaldo) e em 2006 (quatro de Daniel, três de Gamarra e Nen e dois de Dininho, Douglas, Leonardo Silva e Thiago Gomes). Com mais um tento, portanto, o Palmeiras de 2022 se isola no topo da lista.

Vale lembrar que os nove gols de Murilo em 2022 já o colocam na vice-liderança dos zagueiros com mais bolas na rede em uma única temporada pelo clube, ao lado de Gustavo Gómez (também com nove gols neste mesmo ano). Neste quesito, ambos estão atrás só de Júnior Baiano, recordista, com dez, em 1999.

FICHA TÉCNICA 

ATLÉTICO-MG 0 X 1 PALMEIRAS 

Competição: Campeonato Brasileiro 

Local: Mineirão, em Belo Horizonte 

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique-CE 

Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva-GO (FIFA) e Nailton Junior de Souza Oliveira-CE 

VAR: Diogo Carvalho Silva-RJ 

Gols: Murilo, aos 5′ do 2º tempo 

Cartões Amarelos: Dodô, Jair e Zaracho (CAM); Murilo, Luan e Dudu (PAL) 

PALMEIRAS: Lomba; Marcos Rocha; Kuscevic, Murilo e Piquerez; Luan, Atuesta (Jorge) e Scarpa (Tabata); Mayke (Garcia), Rony (Breno Lopes) e Dudu (Navarro). Técnico: João Martins 

ATLÉTICO-MG: Everson, Mariano, Nathan Silva, Jemerson e Dodô (Ademir); Allan (Otávio), Jair (Nacho) e Zaracho; Keno (Pavón), Sasha (Alan Kardec) e Hulk. Técnico: Cuca.

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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