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Operário goleia em amistoso e define elenco para o estadual

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Lance da partida no Dito Souza. Crédito: Facebook CEOV

O Operário Várzea-Grandense segue na preparação para a temporada de 2023. O primeiro desafio do Chicote da Fronteira é o Estadual, onde fará sua estreia no próximo domingo no clássico contra o Dom Bosco às 17h no Estádio Dito Souza em Várzea Grande.

No último sábado(14), a equipe comandada por Ariel Mamede, venceu o Ação Santo Antônio por 4×0. a temporada 2023 do Chicote da Fronteira terá pela frente além do Estadual, o Brasileiro da Série D. Para isso a diretoria tricolor montou um elenco experiente e cascudo para encarar os desafios.

O maior destaque do elenco é o meia Tiago Luís, revelado pelo Santos, o Messi brasileiro. Tiago atuou na mesma equipe que contava com Neymar e Paulo Henrique Ganso, quando chegou a ser comparado com o craque argentino pelo jornal Marca da Espanha e foi sondado pelo Real Madrid. O Operário será a 17ª equipe do meia na carreira.

Confira o elenco do Chicote:

Goleiros
Alencar (27 anos): renovação
Gabriel (21 anos): ex-Boa Esporte
Flávio (23 anos): renovação
Laterais
Breno Santos (29 anos): ex-Bangu
Arthur (21 anos): renovação
João Antônio (23 anos): renovação
Denner (29 anos): ex-São Bento
Leonardo (20 anos): ex-Grêmio Anápolis
Zagueiros
Matheus Barbosa (22 anos): ex-Vila Nova
Ramon (26 anos): ex-Tombense
Janelson (26 anos): ex-Salgueiro
Volantes
Dudu (26 anos): ex-Goianésia
João Vitor (29 anos): ex-Juventude
Luiz Henrique (25 anos): ex-Olímpia
Enzo (21 anos): ex-Concórdia
Claudeci (23 anos): ex-Boa Esporte
Meias
Tiago Luís (33 anos): ex-Cascavel
Bruno (20 anos): ex-Nação
Daniel (24 anos): renovação
Adriel (26 anos): ex-ABC
Atacantes
Gersinho (23 anos): renovação
Wagner (27 anos): renovação
Panambi (27 anos): ex-Al Ittifaq Maqaba
Gutemberg (22 anos): ex-Madureira
Neto (24 anos): ex-Barra
André Santos (20 anos): renovação

 

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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