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Grêmio vence o Palestino e segue firme na briga no Grupo F da Sul-Americana

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O Grêmio fez o dever de casa e derrotou o Palestino por 2 a 0 na noite desta quarta-feira (20.05), na Arena, em Porto Alegre, pela quinta rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana. Com um gol em cada tempo, o time gaúcho construiu a vitória diante da torcida e controlou um adversário que tentou reagir até os minutos finais, mas esbarrou em boas defesas de Weverton e na solidez defensiva tricolor.

O jogo

O placar foi aberto logo no começo do confronto. Aos cinco minutos do primeiro tempo, Cristian Pavón arriscou de fora da área, o goleiro Sebastián Pérez deu rebote e Martin Braithwaite apareceu mergulhando de cabeça para mandar para o fundo das redes. O gol deu tranquilidade ao Grêmio, que passou a ter mais posse de bola e procurou administrar a partida, mesmo com o Palestino tentando crescer pelos lados do campo.

Apesar da vantagem gremista, o time chileno também criou situações de perigo. Weverton foi exigido em mais de uma oportunidade ao longo do primeiro tempo e voltou a aparecer bem na etapa final, evitando o empate em chutes de média distância e em jogadas trabalhadas pelo setor ofensivo adversário. Antes do intervalo, o Grêmio ainda teve a chance de ampliar, mas Gabriel Mec desperdiçou uma boa oportunidade cara a cara com o goleiro.

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Na volta para o segundo tempo, o Palestino tentou adiantar a marcação e pressionar em busca do empate, enquanto o Grêmio apostava nas transições rápidas. Braithwaite chegou a acertar a trave em uma das melhores jogadas do time gaúcho, e Amuzu também perdeu boa chance em contra-ataque.

O segundo gol saiu aos 23 minutos. Após cruzamento afastado parcialmente pela defesa chilena, a bola sobrou na entrada da área para Cristian Pavón, que bateu forte e acertou um belo chute para ampliar a vantagem gremista. O lance praticamente definiu o rumo do confronto e deu ainda mais controle ao Tricolor, que passou a valorizar a posse de bola e administrar o resultado.

Mesmo em desvantagem, o Palestino não desistiu. Nos minutos finais, os visitantes aumentaram a pressão com bolas levantadas na área e finalizaram com frequência. Weverton voltou a salvar o Grêmio em lances importantes, e Kannemann ainda evitou um gol quase certo ao cortar em cima da linha uma tentativa de Nelson Da Silva.

Com o apito final, o Grêmio confirmou a vitória por 2 a 0 em Porto Alegre, somando um resultado importante na reta decisiva da fase de grupos. Braithwaite e Pavón decidiram no ataque, enquanto Weverton foi um dos destaques da noite ao garantir a segurança defensiva quando o Palestino tentou reagir.

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FICHA TÉCNICA
Grêmio 2 x 0 Palestino
Competição Copa Sul-Americana – Rodada 5 (Grupo F)
Local Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data 20 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário 21h (de Brasília)
Cartões amarelos – Grêmio Leonel Pérez, Viery e Riquelme
Cartões amarelos – Palestino Ronnie Fernández, Julián Fernández, Garguez e Carrasco
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Carlos Benítez (PAR)
Gols Braithwaite, aos 4′ do 1ºT; Pavón, aos 23′ do 2ºT
Grêmio Weverton; Pavón, Luis Guedes (Kannemann), Viery (Wagner Leonardo) e Pedro Gabriel; Noriega, Leonel Pérez (Riquelme Freitas), Enamorado (Tetê), Gabriel Mec (Carlos Vinícius) e Amuzu; Braithwaite. Técnico: Luís Castro
Palestino Sebastián Pérez; Salgado (Garguez), Espinoza, Roco e León; Julián Fernández, Gallegos e Montes (Tapia); Carrasco (Araya), Alegría (Munder) e Ronnie Fernández (Nelson da Silva). Técnico: Cristián Muñoz

Fonte: Esportes

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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

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O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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