CUIABÁ
Search
Close this search box.

ESPORTES

Grêmio vence Juventude e sobe na tabela do Brasileirão

Publicado em

ESPORTES

Neste domingo, o Grêmio conquistou uma vitória importante contra o Juventude, por 2 a 0, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, no estádio Alfredo Jaconi. Os gols do jogo foram marcados por Braithwaite e Cristian Olivera.

Com o resultado, o Grêmio se afastou ainda mais da zona de rebaixamento, alcançando a nona posição, com 15 pontos. Este triunfo marcou a terceira vitória consecutiva da equipe na competição. Por outro lado, o Juventude permanece com oito pontos e ocupa a penúltima colocação na tabela.

O jogo

Logo aos 12 minutos de jogo, o goleiro Marcão, do Juventude, cometeu pênalti ao atingir Kannemann com o braço no rosto. Braithwaite foi responsável pela cobrança e não desperdiçou, abrindo o placar para o Grêmio com um chute no canto esquerdo. Pouco depois, Cristaldo cruzou para o zagueiro argentino cabecear na trave.

Com desvantagem no placar, o Juventude buscou reagir. Aos 33 minutos, Cristian Olivera derrubou Mandaca na área, e o árbitro Raphael Claus assinalou pênalti, que foi posteriormente anulado após consulta ao VAR.

Leia Também:  Grêmio vence São Paulo por 2 a 0, afasta crise e “cola” no G-10 do Brasileirão

Pouco depois, aos 38 minutos, o Grêmio ampliou sua vantagem. Cristaldo, após confusão na área, ajeitou para Cristian Olivera finalizar com precisão e marcar o segundo gol da equipe.

Na segunda etapa, o Grêmio controlou o jogo e neutralizou as investidas do Juventude. Aos 27 minutos, André Henrique quase marcou o terceiro do Grêmio, mas a bola passou por cima do gol.

Próximos desafios

Devido à pausa para a data Fifa, o Grêmio terá um intervalo antes de voltar a campo no dia 12 de junho, às 20h (horário de Brasília), quando enfrentará o Corinthians pela 12ª rodada do Brasileirão. O Juventude, por sua vez, só jogará novamente em 13 de julho, contra o Sport, após a realização do Mundial de Clubes, em horário ainda a ser confirmado.

FICHA TÉCNICA

JUVENTUDE 0 x 2 GRÊMIO

Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Data: 01/06/2025
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Daniel Luis Marques (SP)
VAR: Ilbert Estevam da Silva (SP)
Cartões amarelos: Marcos Paulo e Alan Ruschel (Juventude); Wagner Leonardo e Gustavo Martins (Grêmio)
GOLS: Braithwaite, aos 13’ e Cristian Oliveira aos 38’ do 1°T (Grêmio)

Leia Também:  Argentina vence a Bolívia em La Paz com facilidade

JUVENTUDE: Marcão; Ewerthon, Rodrigo Sam, Marcos Paulo e Alan Ruschel; Mandaca (Matheus Babi), Caique, Emerson Batalla, Nenê e Giovanny (Ênio); Gabriel Taliari (Gilberto). Técnico: Claudio Tencati

GRÊMIO: Tiago Volpi; Marlon, Kannemann, Wagner Leonardo e Gustavo Martins; Dodi (Ronald), Villasanti, Cristian Oliveira, Cristaldo (Riquelme) e Alysson (Aravena); Braithwaite (André Henrique). Técnico: Mano Menezes

Fonte: Esportes

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF

Publicados

em

A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.

Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.

O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.

Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?

A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.

Leia Também:  Grêmio vence São Paulo por 2 a 0, afasta crise e “cola” no G-10 do Brasileirão

É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.

Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.

A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.

Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.

Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.

Leia Também:  No primeiro jogo da final, São Paulo vence o Palmeiras por 3 a 1

Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.

Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.

O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.

No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.

Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA