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Grêmio vence a Ponte Preta e mantém sequência de invencibilidade no Brasileirão
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O Grêmio entrou em campo na tarde deste sábado, na Arena, diante de mais de 43 mil torcedores. O objetivo foi alcançado e a equipe de Roger Machado manteve a sua invencibilidade de agora 14 jogos na competição, após superar a Ponte Preta pelo placar de 2 a 1, com gols assinalados por Diego Souza e Campaz. Wallison descontou para os adversários na etapa complementar.
Com o resultado, o Tricolor somou mais três pontos, atingindo 36, mantendo seu lugar no G4, agora ocupando a vice-liderança do nacional.
Os instantes iniciais da partida foram de equilíbrio entre as duas equipes, mas o Grêmio foi quem investiu primeiro no ataque, com uma boa jogada de Villasanti, que tentou um passe em profundidade para Diego Souza – a bola acabou correndo demais e ficou com o goleiro adversário.
Já a Ponte Preta tentou pela direita, com Igor Formiga, que ia recebendo dentro da área, mas Nicolas fez a cobertura e conseguiu ganhar da marcação, cortando o perigo pela lateral.
Mas o Grêmio que imprimiu maior intensidade e superioridade no primeiro tempo da partida. Com 9 minutos jogados, foi o time de Roger Machado quem fez uma grande jogada e abriu o marcador, para a emoção dos milhares de gremistas na Arena. Diego Souza recebeu um lançamento preciso de Villasanti, dominou no peito de costas para o gol e, de bicicleta, mandou para as redes. A bola ainda tocou no goleiro e morreu no fundo do gol.
Seguindo no comando de ataque, o Tricolor chegou mais uma vez e por detalhe não ampliou a contagem. Desta vez, foi Diego Souza quem pifou e deixou Biel em condições de finalizar e mandar a gol, mas a bola passou perto e saiu pela linha de fundo.
A equipe paulista teve uma falta a seu favor próximo dos 20 minutos. Artur foi quem cobrou da intermediária, próximo a meia lua da grande área, mas carimbou a barreira, que afastou qualquer perigo da meta gremista.
Passados 25 minutos, o Grêmio ampliou os números na Arena. Após brigar pela bola no meio de campo, Villasanti levou a melhor, ganhou dos adversários e deu um lindo passe para Ferreira já na área, pela esquerda. O camisa 10 tentou tirar do goleiro e acertou a trave, mas a bola ficou viva e caiu para Campaz que completou, estufando as redes.
A Ponte Preta teve uma boa oportunidade e bola parada. Próximo à risca da meia lua da grande área, Amaral carimbou a barreira, a bola voltou para ele, que chutou de peito do pé, para a defesa de Gabriel Grando, aos 36’.
Na reta final dos primeiros 45 minutos, o Tricolor teve mais duas chances claras de gol. Primeiro, em uma falta da meia esquerda, que Bitello cobrou, procurando o ângulo da meta adversária, mas a bola subiu demais e passou por sobre o gol. Logo em seguida, Villasanti acionou Diego Souza, que fez o pivô de peito para Biel na direita. O atacante fez um cruzamento rasteiro buscando Ferreira, que por detalhe não alcançou e a bola acabou raspando a trave.
O técnico Roger Machado providenciou uma mudança no intervalo: Rodrigues entrou no lugar do Geromel.
Logo nos primeiros minutos, o Grêmio chegou com perigo, quando Campaz fez uma jogada pela meia esquerda e cruzou para Biel. O atacante entrou em velocidade, tentou de carrinho, mas não conseguiu completar a gol.
Aos 10 minutos, o Tricolor teve uma boa chance em cobrança de falta. Ferreira carimbou a barreira, a bola voltou para os pés do atacante que cruzou para Bruno Alves, mas a direita. O zagueiro finalizou, mas o goleiro defendeu.
Três minutos depois, a Ponte Preta conseguiu descontar, após uma cobrança de escanteio. Wallisson subiu mais que a defesa e mandou para o gol.
Duas outras mudanças no Grêmio foram feitas na equipe: Lucas Leiva e Guilherme reestrearam com a camisa tricolor, ocupando os lugares de Campaz e Biel, aos 15’.
Em uma de suas primeiras participações no jogo, Guilherme foi acionado por Diego Souza, saiu em velocidade, invadiu a área pela direita e tentou a finalização, mas a zaga cortou o lance para escanteio. Nicolas cobrou, Lucas Leiva subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça, mandando à direita da meta.
Os paulistas tiveram uma grande chance para empatar em um erro defensivo do Tricolor, quando Echaporã se aproveitou, fez uma jogada individual e finalizou, mandando à direita do gol. Villasanti salvou e ajudou a desviar pela linha de fundo, passados 30’.
Mais uma mudança foi feita no Grêmio, quando Bitello deu lugar a Pedro Lucas, com 31 minutos.
A reta final da partida ficou equilibrada, com os gremistas mais recuados, o que possibilitou maior acesso da Ponte Preta ao campo de ataque, criando chances de gol. Em uma delas, Da Silva abriu para Echaporã, que chutou buscando o ângulo direito, mas Gabriel Grando fez boa defesa.
A última oportunidade de gol foi gremista, quando Ferreira recebeu e seguiu para o ataque, já passados 40 minutos. O camisa 10 tentou mandar a gol, mas a zaga cortou.
A última alteração foi providenciada, com Janderson ocupando o lugar de Ferreira.
O Tricolor administrou o placar e alcançou a vitória por 2 a 1. Com o resultado, são mais três pontos somados e a vice-liderança da competição.
Público total no estádio: 43.687 torcedores.
fonte: https://gremio.net/noticias/detalhes/25460/gremio-vence-a-ponte-preta-e-mantem-sequencia-de-invencibilidade-no-brasileirao-
Fonte: Agência Esporte
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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