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Flamengo vence o Vélez e está na final da Copa Libertadores

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O time rubro-negro venceu o Vélez Sarsfield, no Maracanã, por 2 a 1, de virada, e deu mais um passo na luta pelo tri da competição continental. O resultado positivo teve, novamente, brilho do atacante Pedro, que empatou e deu passe para Marinho fazer o segundo.

No dia 29 de outubro, no Monumental de Barcelona, em Guayaquil, no Equador, a equipe do Flamengo vai enfrentar o Athletico-PR, que eliminou o Palmeiras. 

Esta será a terceira decisão do Rubro-Negro em quatro anos, a segunda consecutiva. Foi campeão em 2019, sobre o River Plate, da Argentina, e ficou com o vice-campeonato no ano passado, contra o Palmeiras. O Flamengo levantou a taça da Libertadores também em 1981.

O Flamengo iniciou o jogo numa marcha mais lenta, talvez pela larga vantagem construída em Buenos Aires. Com isso, mesmo com um time limitado, o Vélez aproveitou as brechas para fazer o 1 a 0 e animar sua torcida que compareceu em bom número no Maracanã. 

O gol sofrido parece ter dado uma chacoalhada no Rubro-Negro, que acordou para a partida e passou a pressionar, até chegar ao empate ainda no primeiro tempo. 

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Na reta final do primeiro tempo, o time pareceu ter acordado, implementou uma pressão por alguns minutos e chegou ao empate. Após cruzamento pela direita, Pedro se antecipou à zaga e, de cabeça, balançou a rede. Foi o 12º gol dele na Libertadores. Assim, o atacante igualou Zico e Bruno Henrique na artilharia do clube na história da competição.

O Flamengo chegou à virada em que Pedro teve, novamente, participação essencial. Após a equipe recuperar a bola no meio, o atacante deu uma caneta e serviu Marinho, que ajeitou e acertou um bonito chute.

Na etapa final, o time voltou com outra atmosfera. Bem mais pilhado, a equipe foi para cima e envolveu completamente o Vélez Sarsfield, construindo a virada e perdendo várias chances de ampliar o placar.

FICHA TÉCNICA 

FLAMENGO 2 x 1 VÉLEZ SARSFIELD 

Competição: Libertadores (semifinal)

 Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) 

Dia e hora: quarta-feira (07.09.2022), às 21h30 (Horário de Brasília) 

Árbitro: Piero Maza (CHI) 

Auxiliares: Alejandro Molina (CHI) e Claudio Urrutia (CHI) 

VAR: Juan Lara (CHI) 

Cartões amarelos: Filipe Luis, Vidal (FLA); Garayalde, Seoane, Brizuela (VEL) 

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Gols: Pratto, do Vélez Sarsfield, aos 21’/1ºT; Pedro, do Flamengo, aos 41’/1ºT; Marinho, do Flamengo, aos 22’/2ºT 

FLAMENGO: Santos; Rodinei, Fabrício Bruno, Pablo e Filipe Luís (Ayrton Lucas); Vidal (Pulgar), João Gomes, Everton Ribeiro (Diego Ribas) e Arrascaeta (Varela); Everton (Marinho) e Pedro. Técnico: Dorival Júnior 

VÉLEZ SARSFIELD: Burián; Jara, De los Santos, Brizuela e Ortega; Garayalde, Cáseres (Seoane), Florentín (Julián Fernández), Janson (Santiago Castro)e Orellano (Osorio); Pratto (Walter Bou). Técnico: Alexander Medina 

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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