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Cruzeiro empata em sua estreia na Sul-Americana, na altitude de Quito

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O Cruzeiro entrou em campo, na noite desta quinta-feira, e somou 1 ponto em seu primeiro compromisso na Copa Sul-Americana 2024. Em Quito, no Equador, o time celeste encarou uma altitude de 2.850 metros na partida contra a Universidad Católica. Os atletas cruzeirenses suportaram bem os obstáculos gerados por esse cenário, todavia o jogo encerrou-se com o placar zerado.

A partida no estádio Olímpico Atahualpa começou com o Cruzeiro mostrando personalidade. O time celeste se adaptou bem ao fator altitude e buscou propor as ações nos primeiros minutos. O Cabuloso construiu duas boas chances, a primeira em chute de William de fora da área e a segunda em finalização de José Cifuentes, da entrada da área, que acabou indo para fora.

A Universidad Católica só chegou com mais perigo já aos 29 minutos, quando conseguiu um cabeceio frontal após um cruzamento vindo do lado esquerdo. Nos minutos seguintes, a Católica passou a ameaçar mais e conseguiu acertar a trave após uma rebatida da defesa celeste dentro da área.

O primeiro tempo seguiu equilibrado até o fim, e as equipes desceram para o intervalo com o placar zerado. Já na segunda etapa, a Universidad Católica teve a melhor chance da partida logo aos 3 minutos. Após um erro de passe da retaguarda celeste, o ataque da equipe equatoriana conseguiu construir rapidamente, e o atleta Cifuente chutou forte de fora da área; Rafael Cabral fez espetacular defesa e viu a bola ainda tocar no travessão para não entrar.

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Nos minutos seguintes, o Cruzeiro cresceu de produção e chegou bem em oportunidades finalizadas por José Cifuentes e Álvaro Barreal. Na sequência da etapa, ambas as equipes tentaram criar chances claras, mas as tentativas não foram eficazes. O técnico Nicolás Larcamón promoveu quatro substituições, dando novo fôlego ao time celeste.

Na reta final, com os efeitos da altitude mais impactantes nos atletas, o Cruzeiro viu o ritmo do jogo diminuir e, assim, garantiu ao menos o ponto fora de casa.

Com o empate, o Cruzeiro soma seu primeiro ponto e mira a primeira partida dentro de casa, na próxima quinta-feira, pela Sul-Americana. O adversário será o Alianza (COL) no Mineirão. Antes disso, porém, o Cabuloso joga uma decisão neste domingo. Às 15h30, também no Mineirão, o Cruzeiro encara o rival Atlético-MG na finalíssima do Campeonato Mineiro.

FICHA TÉCNICA

Universidad Católica (EQU) 0x0 CRUZEIRO

MOTIVO: Conmebol Sudamericana – Grupo B – Rodada 1
DATA: 04/04/2024
LOCAL: Olímpico Atahualpa, em Quito, Equador

ÁRBITRO: Angel Arteaga (CONMEBOL/VEN).
ASSISTENTES: Lubin Torrealba (CONMEBOL/VEN) e Alberto Ponte (CONMEBOL/VEN).
ÁRBITRO DE VÍDEO: Juan Lopez (CONMEBOL/PAR).

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CARTÕES AMARELOS: Zé Ivaldo (Cruzeiro) / Facundo Martínez (Universidad Católica).

CRUZEIRO: Rafael Cabral; Zé Ivaldo (João Marcelo), Neris e Lucas Villalba; William, Filipe Machado, José Cifuentes, Ramiro (Lucas Romero) e Mateus Vital (Matheus Pereira); Álvaro Barreal (Marlon) e Rafael Elias (Rafa Silva). Técnico: Nicolás Larcamón

UNIVERSIDAD CATÓLICA (EQU): Rafa Romo; Gregori Anangonó, Fausto Grillo, Gustavo Valecilla e Layan Loor; Facundo Martínez (Mauro Díaz), Kevin Minda e Luciano Nieto; Kevin Quevedo (Aron Rodríguez), Ismael Díaz e Jhon Jairo Cifuente (José Fajardo). Técnico: Jorge Célico

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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