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CRISE SEM FIM: CUIABÁ PERDE DE NOVO, AMPLIA JEJUM E ESCANCARA FRACASSO DO TRABALHO DE EDUARDO BARROS
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A derrota por 2 a 0 para o Ceará, na Arena Pantanal, não foi apenas mais um resultado negativo. Foi o retrato fiel de um time que perdeu identidade, confiança — e, principalmente, competitividade. O Cuiabá chega agora ao 9º jogo consecutivo sem vitória, aprofundando uma crise que já deixou de ser momentânea e passou a ser estrutural.
O cenário é ainda mais preocupante quando ampliamos o recorte: a equipe soma sequências negativas que se arrastam desde 2025, incluindo 22 partidas sem vencer fora de casa, além de um ataque que simplesmente desapareceu.
Os números ajudam a dimensionar o tamanho do problema:
- 9 jogos sem vitória na temporada
- 8 partidas sem triunfo em 2026
- 4 jogos consecutivos sem marcar gols
- 22 jogos sem vencer fora de casa
Dentro de campo, o Cuiabá se tornou um time previsível, lento e pouco agressivo. Contra o Fortaleza, por exemplo, a equipe sequer conseguiu finalizar no gol — um dado alarmante para qualquer equipe profissional.
Já contra o Ceará, mesmo com chances claras — incluindo dois pênaltis — o time falhou novamente no momento decisivo, reforçando um padrão preocupante de ineficiência ofensiva.
O trabalho de Eduardo Barros começa a entrar em colapso público.
Contratado em 2025 com a expectativa de dar continuidade a um modelo de jogo mais organizado, o treinador não conseguiu transformar suas ideias em resultados. Pelo contrário: o Cuiabá apresenta hoje um dos ataques mais improdutivos da competição e uma dificuldade crônica no “último terço”, como o próprio técnico já admitiu.
O problema, no entanto, vai além da execução. Há sinais claros de descontrole:
- Envolvimento em confusão com outro treinador durante partida da Série B
- Expulsão e ausência na beira do campo em momento crítico
- Discurso recorrente de “evolução” que não se traduz em vitórias
A insistência em um modelo que não produz resultado imediato, aliada à falta de ajustes práticos, começa a desgastar a relação com o elenco e, principalmente, com a torcida.
TORCIDA PERDE A PACIÊNCIA
Se dentro de campo o time não reage, fora dele o clima já é de ruptura.
A insatisfação da torcida ficou evidente nos últimos jogos, com vaias, protestos e pressão crescente.
E não é difícil entender o motivo: o Cuiabá não apenas perde — ele não compete. A equipe cria pouco, finaliza menos ainda e transmite a sensação constante de fragilidade.
O discurso de “processo” já não encontra eco nas arquibancadas.
UMA CRISE QUE PODE ESCALAR
O risco agora é claro: a sequência negativa pode comprometer toda a temporada. Na Série B, onde a regularidade é determinante, um início ruim costuma cobrar seu preço ao longo das rodadas. E o Cuiabá já dá sinais de que pode entrar em uma espiral difícil de controlar.
Sem reação imediata, o clube corre o risco de trocar rapidamente o objetivo — de acesso para sobrevivência. A nova derrota do Cuiabá não é um episódio isolado — é a continuidade de um padrão preocupante.
O time não vence, não marca e não evolui. E o trabalho de Eduardo Barros, cada vez mais questionado, parece distante de oferecer soluções concretas.
No futebol, paciência é um recurso limitado.
E no Cuiabá de hoje, ela já está perto do fim.
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Após lesão na coxa, Lucas Paquetá se apega à fé por recuperação no Mundial
O meio-campista Lucas Paquetá utilizou suas redes sociais nesta terça-feira para compartilhar uma mensagem de resiliência após a confirmação de uma lesão muscular na posterior da coxa esquerda. O problema físico ocorreu durante a vitória da Seleção Brasileira sobre o Japão, na última segunda-feira, em Houston. Através do Instagram, o jogador publicou passagens bíblicas focadas em superação e perseverança, reafirmando sua confiança no processo de recuperação com a frase “Fé… eu já vivi disso antes”.
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A lesão aconteceu nos minutos iniciais do confronto contra os japoneses, válido pela segunda fase da Copa do Mundo. Apesar do desconforto, Paquetá tentou permanecer na partida, mas a gravidade do problema ficou evidente no intervalo, quando ele precisou de auxílio dos companheiros para chegar ao vestiário, sendo substituído por Endrick logo em seguida. Exames realizados posteriormente confirmaram a gravidade da contusão, que o retira dos gramados em um momento crucial da competição.
A perda de Paquetá é um golpe estratégico significativo para o técnico Carlo Ancelotti. O meia havia se tornado peça fundamental no esquema tático, sendo titular em todos os quatro compromissos do Brasil até aqui no Mundial. Com a ausência também de Raphinha, a comissão técnica precisará buscar alternativas para manter o equilíbrio e a criatividade do setor central da equipe para os próximos desafios.
O Brasil agora volta suas atenções para o duelo contra a Noruega, agendado para o próximo domingo, dia 5 de julho. A partida será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, com início previsto para as 17 horas (de Brasília). Sem um de seus principais articuladores, a Seleção buscará a vitória para seguir firme em sua trajetória rumo ao título mundial.
Fonte: Esportes
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