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Corinthians empata com o Juventude e se mantém no G4 do Brasileirão
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O Corinthians voltou a campo na noite desta terça-feira (04.10) em jogo contra o Juventude, em Caxias do Sul (RS), pelo Brasileirão 2022. O resultado foi o empate pelo placar de 2 a 2 com a equipe gaúcha. Os gols do Coringão foram marcados por Giuliano e Yuri Alberto.
Com o empate fora de casa, o Timão somou mais um ponto na competição nacional, chegando a 51 e mantendo a quarta colocação na tabela. O próximo jogo ocorre no próximo sábado (8), contra o Athletico-PR, na Neo Química Arena.
Primeiro tempo
Nos primeiros minutos de jogo, a equipe gaúcha tentou propor mais o jogo. A bola ficou nos primeiros oito minutos mais perto da área do Corinthians, mas nenhuma jogada de perigo aconteceu. A primeira jogada perigosa aconteceu aos nove: Rafinha pegou a bola na entrada da área e chutou, buscando o canto de Cássio, a bola foi pra fora.
O Alvinegro chegou ao ataque pela primeira vez aos 12 minutos: Renato Augusto cruzou e Yuri Alberto chegou para concluir, mas a bola também foi pra fora.
Gol do Corinthians! Aos 23 minutos, Fábio Santos fez o cruzamento, a bola bateu em Gustavo Silva e sobrou para Giuliano, que chutou para dentro do gol, 1 a 0.
O Timão só foi voltar a atacar aos 40 minutos: Renato Augusto pegou a bola e de muito longe chutou para o gol. A bola ficou nas mãos do goleiro da equipe de Caxias do Sul.
Um minuto depois, em contra-ataque, o Juventude levou muito perigo: novamente Rafinha, de fora da área, fez o chute e bola explodiu na trave esquerda do Timão.
O árbitro deu um minuto de acréscimo e o primeiro tempo foi encerrado após este tempo extra.
Segundo tempo
O Corinthians iniciou o segundo tempo com duas mudanças: saíram Renato Augusto e Róger Guedes e entraram Cantillo e Mateus Vital.
Gol do Juventude! Antes de completar o primeiro minuto da segunda etapa, o time gaúcho chegou no contra-ataque e a bola sobrou para Óscar Ruiz, que tinha acabado de entrar para finalizar para o gol, 1 a 1.
Aos três, a equipe da casa teve outro contra-ataque e no bate e rebate a bola foi para escanteio.
Gol do Corinthians! Aos nove minutos, Mateus Vital roubou a bola e ela sobrou para Yuri Alberto. O camisa 9 do Timão chutou de fora da área e recolocou o Timão na frente, 2 a 1.
Aos 16, o Juventude empatou o jogo novamente. Gustavo Silva saiu jogando errado, Óscar Ruiz roubou a bola e tocou para Pitta, que não desperdiçou a chance, 2 a 2.
O Timão voltou ao ataque aos 25 minutos: Du Queiroz arriscou de fora da área e a bola ficou nas mãos do goleiro. Aos 26, mudança dupla no Timão: saíram Bruno Méndez e Du Queiroz e entraram Fagner e Adson.
Quase gol do Timão! Aos 29, Gustavo Silva cruzou e Fábio Santos cabeceou para o gol. O goleiro fez uma excelente defesa, salvando o time de Caxias do Sul.
Aos 35 minutos, a bola bateu na mão do zagueiro do Juventude e a arbitragem marcou pênalti. Porém, após a revisão no VAR, o pênalti foi anulado, pois o zagueiro Gil, que participou do lance, estava impedido.
Na trave! Aos 38, Gustavo Silva recebeu e chutou cruzado, a bola explodiu na trave e foi pra fora.
O árbitro deu quatro minutos de acréscimo. Fim de jogo no Estádio Alfredo Jaconi.
FICHA TÉCNICA
JUVENTUDE 2 x 2 CORINTHIANS
Competição: Campeonato Brasileiro, 30ª rodada
Data e horário: 4 de outubro de 2022 (terça-feira), às 21h30 (de Brasília) Local: estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (Fifa/RJ)
Assistentes: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ) e Thiago Rosa de Oliveira (RJ)
VAR: Wagner Reway (PB)
Cartões amarelos: Ruan (JUV); Gil e Adson (COR)
Gols: Giuliano (COR), aos 23’/1ºT (0-1), Óscar Ruíz (JUV), ao 1’/2ºT (1-1), Yuri Alberto (COR), aos 8’/2ºT (1-2), Pitta (JUV), aos 16’/2ºT (2-2)
JUVENTUDE: César; Rodrigo Soares (Paulo Henrique), Thalisson Kelven, Paulo Miranda e Moraes; Elton (Jean Irmer), Jadson (Gabriel Tota) e Chico; Rafinha (Óscar Ruíz), Pitta e Capixaba (Ruan). Técnico: Lucas Zanella (interino)
CORINTHIANS: Cássio; Bruno Méndez (Fagner), Gil, Raul Gustavo e Fábio Santos; Du Queiroz (Adson), Giuliano e Renato Augusto (Cantillo); Gustavo Mosquito, Yuri Alberto e Róger Guedes (Mateus Vital). Técnico: Vítor Pereira
Fonte: Agência Esporte
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Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF
A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.
Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.
O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.
Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?
A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.
É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.
Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.
A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.
Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.
Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.
Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.
Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.
O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.
No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.
Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.
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