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CEOV vira protagonista da noite no Dito Souza, vence o Nova Mutum em jogo eletrizante e marca clássico dos milhões na semifinal
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Várzea Grande viveu uma noite de mata-mata à altura da tradição do futebol mato-grossense. Em um confronto intenso, com viradas emocionais e tensão até o apito final, o CEOV venceu o Nova Mutum por 3 a 2, nesta quarta-feira (11), no Estádio Dito Souza, e garantiu vaga na semifinal do Campeonato Mato-grossense Martinello Sicredi 2026. Agora, o Tricolor de Várzea Grande carimba presença no clássico dos milhões contra o Mixto, prometendo um fim de semana de estádio cheio e rivalidade em ebulição.
Início fulminante: CEOV resolve cedo, mas não mata o jogo
Empurrado pela torcida, mesmo com público modesto (342 torcedores), o Operário VG entrou em campo com postura agressiva e foi letal nos primeiros minutos.
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3’ – Sidnei abriu o placar em jogada rápida pelo setor ofensivo.
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7’ – Neném ampliou, aproveitando a desorganização defensiva do Nova Mutum.
O 2 a 0 parecia encaminhar uma classificação tranquila, mas o futebol, especialmente em playoffs, raramente respeita roteiros previsíveis. Ainda no primeiro tempo, o Nova Mutum ganhou fôlego após gol contra de Roque Júnior, aos 42’, reacendendo o confronto e levando o jogo em aberto para o intervalo.
Segundo tempo aberto: gol cedo, resposta rápida e coração na ponta da chuteira
Se o primeiro tempo começou elétrico, o segundo não ficou atrás. Logo aos 3 minutos, Neném marcou novamente, recolocando o CEOV em vantagem confortável: 3 a 1. O camisa 9 viveu noite decisiva, chamando a responsabilidade em momento de pressão.
Mas o Nova Mutum mostrou brio. Aos 11’, Jack Chan descontou, transformando o duelo em um jogo de nervos até o fim. A partir daí, o CEOV precisou exercer maturidade competitiva: linhas mais compactas, controle emocional e gestão do resultado diante de um adversário que se lançou ao ataque.
Classificação com identidade: intensidade, decisão e leitura de jogo
O CEOV venceu não apenas pela eficiência ofensiva, mas pela capacidade de administrar a vantagem quando o jogo pediu cabeça fria. Mesmo pressionado, soube fechar espaços, reduzir riscos e sustentar o resultado. Em jogos eliminatórios, esse tipo de maturidade costuma separar quem fica pelo caminho de quem avança.
Vem aí o “Clássico dos Milhões”: CEOV x Mixto promete clima de final
A classificação coloca o Operário VG frente a frente com o Mixto, em um dos confrontos mais simbólicos do futebol de Mato Grosso. É clássico, é história, é rivalidade e é semifinal. Em jogo não estará apenas uma vaga na decisão, mas orgulho, camisa e narrativa de temporada.
Para o torcedor, o recado está dado: o CEOV chega embalado, com poder de decisão no ataque e confiança em alta. Para o Mixto, é alerta máximo. Clássico não se joga, se vence — e o Dito Souza mostrou que o Tricolor está pronto para encarar a próxima batalha.
Placar final: CEOV 3 x 2 Nova Mutum
Gols do CEOV: Sidnei (3’/1ºT), Neném (7’/1ºT e 3’/2ºT)
Gols do Nova Mutum: Roque Júnior (contra, 42’/1ºT), Jack Chan (11’/2ºT)
Público: 342 torcedores
Próximo desafio: CEOV x Mixto – semifinal do Mato-grossense 2026
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Inglaterra supera expulsão, bate México no Azteca e avança às quartas de final
Em uma partida histórica disputada neste domingo, a Inglaterra encerrou a invencibilidade do México no Estádio Azteca e eliminou os anfitriões da Copa do Mundo nas oitavas de final. Mesmo atuando com um jogador a menos durante boa parte do segundo tempo, a seleção europeia venceu por 3 a 2, impulsionada por uma atuação decisiva de Jude Bellingham e Harry Kane. Com o resultado, os ingleses agora se preparam para enfrentar a Noruega — algoz do Brasil — no próximo sábado, dia 11 de julho, no Hard Rock Stadium, em Miami.
O jogo
O confronto começou equilibrado, com o México tentando ditar o ritmo sob o apoio massivo de sua torcida, mas sem conseguir furar o bloqueio britânico. O cenário mudou drasticamente aos 36 minutos, quando Bellingham aproveitou cruzamento preciso de Saka para abrir o placar de cabeça. Apenas instantes depois, o camisa 10 voltou a brilhar, recebendo assistência de Kane para ampliar a vantagem e deixar os donos da casa em situação delicada.
Apesar dos dois gols sofridos em sequência, o México reagiu antes do intervalo. Aos 42 minutos, Quiñones aproveitou um rebote na área após cobrança de falta e diminuiu a diferença. A pressão mexicana continuou até o apito final da primeira etapa, com Jiménez exigindo uma grande defesa de Pickford e quase igualando o marcador em um chute que passou rente à trave.
No início do segundo tempo, a Inglaterra carimbou a trave com O’Reilly, mas logo enfrentou um revés: o defensor Quansah foi expulso com cartão vermelho direto após revisão do VAR por falta dura em Gallardo. Mesmo em desvantagem numérica, os ingleses chegaram ao terceiro gol aos 12 minutos, quando Harry Kane converteu pênalti sofrido por Gordon. O México ainda voltou para o jogo aos 32 minutos, também em cobrança de pênalti convertida por Jiménez, após falta de Kane em Gutiérrez dentro da área.
Nos minutos finais, o México se lançou totalmente ao ataque, aproveitando a superioridade numérica para pressionar em busca do empate que levaria o duelo para a prorrogação. Os ingleses suportaram um sufoco intenso nos acréscimos, incluindo um lance em que Stones quase marcou contra a própria meta, mas conseguiram segurar o placar. O México se despede do Mundial após uma campanha sólida, tendo sofrido nesta única partida todos os gols que não havia levado em toda a fase de grupos.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Placar |
México 2 x 3 Inglaterra |
| Competição | Copa do Mundo (Oitavas de final) |
| Local | Estádio Azteca, Cidade do México (MEX) |
| Data | 5 de julho de 2026 (domingo) |
| Horário | 22h (de Brasília) |
| Cartões amarelos | Jorge Sánchez e Vásquez (México); Rice, Harry Kane, O’Reilly, Guéhi e Jordan Henderson (Inglaterra) |
| Cartões vermelhos | Quansah (Inglaterra) |
| Árbitro | Alireza Faghani (AUS) |
| Assistentes | George Lakrindis (AUS) e Andrew Lindsay (AUS) |
| VAR | Nicolas Gallo (COL) |
| Gols | Bellingham, aos 36′ e 38′ do 1°T (Inglaterra); Quiñones, aos 41′ do 1°T (México); Harry Kane, aos 15′ do 2°T (Inglaterra); Jiménez, aos 23′ do 2°T (México) |
| México | Raúl Rangel; Jorge Sánchez, Montes (Edson Alvarez), Vásquez e Jesús Gallardo; Érik Lira, Luis Romo (Gutiérrez) e Gilberto Mora (Santi Giménez); Alvarado, Julián Quiñones (Guillermo Martínez) e Raul Jiménez. Técnico: Javier Aguirre Onaindía |
| Inglaterra | Pickford; Quansah, Konsa, Guéhi e O’Reilly (Spence); Rice, Elliott Anderson (Burn) e Bellingham; Gordon, Saka (Stones) e Harry Kane (Rogers). Técnico: Thomas Tuchel |
Fonte: Esportes
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