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Começa nesta sexta o campeonato Sul-Americano de vôlei

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Brasil será representado por Praia Clube e Gerdau Minas

Na próxima sexta-feira, 7, começa mais uma edição do Sul-Americano de clubes de vôlei feminino. O evento vai acontecer na Arena UniBH, em Belo Horizonte. O Brasil terá como representantes os times Praia Clube e Gerdau Minas.

Sete times de seis países diferentes participarão do campeonato. Foram distribuídos em dois grupos, os dois melhores de cada grupo se classificam para às semifinais. A decisão será na terça-feira, 11.  

Das 37 edições de competição o Brasil é o maior vitorioso, venceu 30 vezes o intercontinental, o atual campeão é o Minas.   Além do título, o vencedor garante vaga no Mundial de Clubes que será realizado entre os dias 8 e 14 de dezembro na Tailândia.

Na semana seguinte o masculino vai competir nos dias 12 a 16 de março, em Uberlândia. Praia Clube, Cruzeiro e Sesi-Bauru vão representar o Brasil.

Disputas:

Grupo A: Minas, Estudiantes de La Plata (ARG) e Deportivo Murano ( Chile)

Grupo B: Praia Clube, San Martín ( Bolívia), Alianza Lima ( Peru) e Atlético Barbato ( URU).

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7 de março (sexta-feira)

15h30: Alianza Lima (PER) x San Martín (BOL) – 1ª fase

18h: Praia Clube x Atlético Barbato (URU) – 1ª fase

20h: Minas x Murano (CHI) – 1ª fase

8 de março (sábado)

15h30: Alianza Lima (PER) x Atlético Barbato (URU) – 1ª fase

18h: Praia Clube x San Martín (BOL) – 1ª fase

20h: Minas x Estudiantes (ARG) – 1ª fase

9 de março (domingo)

15h30: San Martín (BOL) x Atlético Barbato (URU) – 1ª fase

18h: Estudiantes (ARG) x Murano (CHI) – 1ª fase

20h: Praia Clube x Alianza Lima (PER) – 1ª fase

10 de março (segunda-feira)

13h30: 3º colocado do Grupo A x 3º colocado do Grupo B – Disputa de 5º e 6º lugares

16h: 1° colocado do Grupo B x 2° colocado do Grupo A – Semifinal

18h30: 1° colocado do Grupo A x 2° colocado do Grupo B – Semifinal

11 de março (terça-feira)

14h: Disputa de 3º lugar

21h: Final

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Brasil coleciona gols perdidos e dá adeus à Copa do Mundo

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O sonho do hexacampeonato terminou de forma melancólica e, sobretudo, patética. Neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), a Seleção Brasileira protagonizou um espetáculo de ineficiência ofensiva, foi castigada pelo faro artilheiro de Erling Haaland e perdeu para a Noruega por 2 a 1. A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo consolida um vexame histórico: o país atinge agora o seu maior jejum de títulos mundiais desde a primeira conquista.

O roteiro da queda brasileira foi desenhado com requintes de incompetência. A equipe comandada por Carlo Ancelotti flertou com o desastre desde o apito inicial, levando um susto logo aos dois minutos, quando Berg marcou para os europeus — o lance, no entanto, foi anulado por impedimento.

A chance de ouro para assumir o controle e mudar a história do jogo veio aos nove minutos. Após passe de Martinelli, Matheus Cunha foi derrubado na área. O árbitro precisou do VAR para assinalar o pênalti. Na cobrança, o retrato do nervosismo brasileiro: Bruno Guimarães bateu mal e parou nas mãos do goleiro Nyland, dando o tom do que seria a tarde da Seleção.

Mesmo criando boas oportunidades, como uma bomba de Vinicius Júnior aos 40 minutos espalmada por Nyland, o Brasil era vulnerável. Aos 47, Alisson precisou trabalhar em um chute perigoso de Odegaard, que apareceu livre após Haaland ganhar uma disputa com Gabriel Magalhães.

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O castigo no segundo tempo

Na volta do intervalo, Ancelotti tentou dar fôlego ao ataque sacando Matheus Cunha para a entrada de Endrick. Aos 13 minutos, o jovem teve a bola da classificação após um passe genial de trivela de Vini Jr., mas, cara a cara com o goleiro, finalizou para fora. Um gol perdido que custaria muito caro. O Brasil ainda tentou com Rayan, aos 16, esbarrando novamente em Nyland.

A velha máxima do futebol não perdoa: quem não faz, leva. E do outro lado estava um dos atacantes mais letais do planeta. Aos 34 minutos, a defesa brasileira vacilou, Schjelderup cruzou da esquerda e Haaland subiu mais que Gabriel Magalhães para testar para o fundo da rede.

O desespero tomou conta da Seleção. Aos 39, o Brasil quase empatou em um lance bizarro onde Ajer quase marcou contra, mas Nyland salvou em cima da linha. A pá de cal veio aos 44 minutos: Haaland recebeu com liberdade na entrada da área e bateu rasteiro, no canto, sem chances para Alisson, decretando o nocaute.

Já nos acréscimos, Neymar converteu uma penalidade máxima, mas o relógio não permitia mais nada. O gol serviu apenas para maquiar o placar de um fim patético para uma equipe que pecou na pontaria e ruiu diante da frieza norueguesa.

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O caminho da Noruega

Com a vaga assegurada, a Noruega agora aguarda o vencedor do confronto entre México e Inglaterra, que se enfrentam ainda neste domingo, às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca. O duelo das quartas de final está agendado para o próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Ao Brasil, resta o aeroporto e a amarga reflexão sobre mais uma queda precoce.

FICHA TÉCNICA
Placar

Brasil 1 x 2 Noruega

Competição Copa do Mundo (oitavas de final)
Local MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)
Data 5 de julho de 2026 (domingo)
Horário 17h (de Brasília)
Cartões amarelos Neymar (Brasil)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Ismail Elfath (EUA)
Assistentes Corey Parker e Kyle Atkins (EUA)
VAR Tatiana Guzman (NCA)
Gols Haaland, aos 34′ do 2ºT (Noruega); Haaland, aos 44′ do 2ºT (Noruega); Neymar, aos 54′ do 2ºT (Brasil)
Brasil Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson); Gabriel Martinelli (Danilo Santos), Rayan (Neymar), Matheus Cunha (Endrick) e Vinicius Júnior.
Técnico do Brasil Carlo Ancelotti
Noruega Nyland; Ryerson (Aursnes), Ajer, Heggem e David Wolfe (Ostigaard); Berge, Patrick Berg e Odegaard; Nusa (Schjelderup), Sorloth (Bobb) e Haaland.
Técnico da Noruega Stale Solbakken

Fonte: Esportes

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