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Bragantino e São Paulo ficam só no 0 a 0 pelo Brasileiro

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O Red Bull Bragantino somou um ponto na 14ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2023. Na tarde deste domingo (09), o Braga empatou com o São Paulo em 0 a 0, no Nabizão.

Com o resultado, a equipe comandada pelo técnico Pedro Caixinha chegou aos 24 pontos, na sexta colocação.

O próximo compromisso do Massa Bruta será no sábado (15), às 21h, diante do Botafogo, no Rio de Janeiro.

O JOGO

A primeira grande chance surgiu aos cinco minutos. Ramires recebeu na entrada da área e dividiu com a marcação. A bola sobrou para Eduardo Sasha, que fez o corte na marcação e finalizou. O camisa 19 pegou mal na bola e mandou para fora.

Apesar de pressionar no campo de ataque, uma nova oportunidade só apareceu aos 20 minutos. Lucas Evangelista recebeu lançamento pela direita e recuou a bola para Sorriso, que rapidamente fez o cruzamento. Após a defesa afastar, Matheus Fernandes aproveitou a sobra e bateu de primeira, mas mandou por cima do gol.

Aos 26 minutos, Vitinho fez boa jogada pela esquerda, levou para a linha de fundo e fez o cruzamento. Sasha subiu mais do que a marcação e cabeceou, mas a bola foi para fora.

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Após jogada de Sasha na intermediária, aos 29, a bola sobrou para Ramires na marca do pênalti, mas o camisa 7 foi travado no momento do chute e a bola foi para escanteio.

Aos 36 minutos, Sasha recebeu lançamento em profundidade nas costas da defesa pela esquerda e fez o passe diagonal para encontrar Sorriso dentro da área. O camisa 27 bateu cruzado, venceu o goleiro, mas Matheus Belém cortou e mandou para escanteio.

No final do primeiro tempo, aos 42 minutos, Jandrei escorregou na saída de bola, Sasha ficou com a sobra e, de primeira, achou Ramires na entrada da área. O camisa 7 puxou para a perna esquerda e bateu colocado no canto esquerdo do goleiro. A bola passou com muito perigo, raspando a trave, mas foi para fora.

No início da segunda etapa, aos 4 minutos, Matheus Fernandes pegou sobra de bola após corte da defesa adversária e emendou lindo chute de primeira, mas a bola saiu à direita do gol e foi para fora.

Cinco minutos depois, Lucas Evangelista sofreu falta na entrada da área. Juninho Capixaba cobrou firme no canto do goleiro, que espalmou para escanteio.

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As duas equipes reduziram o ritmo da partida e pouco criaram. O Braga conseguiu uma nova finalização apenas aos 36 minutos, quando Juninho Capixaba sofreu falta frontal na intermediária. Luân Cândido bateu direto para o gol, mas Jandrei fez a defesa.

Aos 42 minutos, Juninho Capixaba recebeu na entrada da área pela esquerda e arriscou o chute. A bola saiu firme rasteira e obrigou Jandrei a fazer boa defesa.

Sem mais oportunidades, o confronto foi encerrado com o placar em 0 a 0.

Red Bull Bragantino 0 x 0 São Paulo
Local: Nabizão;
Público: 9.411;
Renda: R$ 415.320,00;
Árbitro: Raphael Claus-SP (FIFA);
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli-SP e Gustavo Rodrigues de Oliveira-SP;
Cartão amarelos: Vitinho e Juninho Capixaba (Red Bull Bragantino), Marcos Paulo e Nathan Mendes (São Paulo).

Red Bull Bragantino: Cleiton; Luan Patrick, Eduardo (Natan) e Juninho Capixaba; Jadsom (Hurtado), Matheus Fernandes, Lucas Evangelista e Eric Ramires (Bruninho); Sorriso (Luan Cândido), Sasha (T. Borbas) e Vitinho. Técnico: Pedro Caixinha.

São Paulo: Jandrei; Nathan Mendes, Diego Costa, Matheus Belém (Arboleda), Patryck, Jhegson Méndez, Marcos Paulo (W. Rato), Michel Araújo (Rodriguinho), Alisson (Rodrigo Nestor), David (Pato) e Juan. Técnico: Dorival Jr.

Fonte: Esportes

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Botafogo SAF pede Recuperação Judicial: o que isso significa e quais podem ser os impactos no Fair Play Financeiro da CBF

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A notícia de que o Botafogo SAF protocolou um pedido de recuperação judicial pegou muita gente de surpresa — especialmente pelo contraste com o momento esportivo recente do clube. Mas, longe de ser um “fim da linha”, o movimento revela algo mais comum no mundo empresarial do que no futebol: a necessidade de reorganizar a casa antes que a situação saia do controle.

Na prática, a recuperação judicial funciona como uma espécie de “respiro”. Ela permite que a empresa — neste caso, a SAF — renegocie suas dívidas, reorganize pagamentos e ajuste seu fluxo de caixa sem interromper suas atividades. Traduzindo: o Botafogo continua jogando normalmente, pagando salários e disputando campeonatos, enquanto tenta colocar as contas em ordem nos bastidores.

O próprio clube deixa claro que a prioridade é manter tudo funcionando. E isso é importante destacar: não há, neste momento, qualquer impacto direto no desempenho esportivo ou no calendário. O torcedor não deve esperar punições imediatas ou algo que tire o time de competições.

Mas a pergunta inevitável é: como um clube que conquistou títulos importantes recentemente chega a esse ponto?

A resposta passa menos pelo campo e mais pela estrutura financeira. A SAF foi montada com uma expectativa de investimentos e aportes que, segundo a nota, não se concretizaram como esperado. Soma-se a isso um problema delicado de governança: o acionista majoritário, de acordo com o clube, estaria dificultando a entrada de novos recursos. Esse tipo de impasse interno costuma ser silencioso, mas tem impacto direto — e pesado — nas finanças.

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É aí que a recuperação judicial entra como uma tentativa de reorganizar tudo ao mesmo tempo: dívidas, fluxo de caixa e até a própria estrutura de poder dentro da SAF.

Agora, olhando um pouco além do Botafogo, esse caso acende um alerta importante no futebol brasileiro, especialmente em relação ao Fair Play Financeiro que vem sendo discutido pela Confederação Brasileira de Futebol.

A ideia do Fair Play é simples no papel: clubes precisam gastar dentro daquilo que arrecadam e manter suas obrigações em dia. O problema é como aplicar isso em situações como essa.

Por um lado, a recuperação judicial é um mecanismo legal, previsto inclusive na Lei das SAFs. Ou seja, não é uma irregularidade — é uma ferramenta de ajuste. Por outro, ela escancara um desequilíbrio financeiro, justamente o tipo de situação que o Fair Play tenta evitar.

Na prática, o que deve acontecer é um meio-termo. O Botafogo dificilmente sofrerá punições imediatas por entrar em recuperação judicial. Mas o caso passa a colocá-lo sob um nível maior de atenção. Dependendo de como a CBF evoluir suas regras, clubes nessa condição podem enfrentar restrições no futuro, como limites de gastos ou maior controle sobre contratações.

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Mais do que isso, o episódio pode virar um marco. O futebol brasileiro ainda está aprendendo a lidar com o modelo de SAF, e situações como essa ajudam a definir quais serão as “regras do jogo” daqui para frente.

Internamente, porém, talvez o maior desafio do Botafogo nem seja financeiro — seja político. O pedido para suspender o direito de voto do acionista majoritário indica um conflito sério dentro da estrutura da SAF. E, quando há disputa de poder, investidores tendem a recuar, decisões travam e a recuperação fica mais difícil.

O futuro do clube agora passa por algumas etapas bem claras: a aceitação do pedido pela Justiça, a apresentação de um plano de recuperação e a negociação com credores. Se tudo correr bem, o Botafogo pode sair desse processo mais organizado e sustentável. Caso contrário, o cenário se complica — e aí, sim, os reflexos podem chegar ao futebol.

No fim das contas, o torcedor pode respirar um pouco mais tranquilo no presente. O time segue em campo, competitivo, e sem mudanças bruscas à vista. Mas, fora das quatro linhas, o Botafogo entra em uma fase decisiva — talvez uma das mais importantes desde a criação da SAF.

Porque agora não se trata apenas de ganhar jogos. Trata-se de garantir que o clube tenha condições de continuar jogando no mais alto nível nos próximos anos.

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