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Mãe de adolescente ligado a Hytalo Santos quebra o silêncio: “Virei a louca, desequilibrada”

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Daniela Cacella, mãe de um dos adolescentes que fazia parte da chamada “turma” de Hytalo Santos — influenciador atualmente preso sob acusação de exploração de menores — decidiu se pronunciar publicamente.

Em entrevista ao podcast Pod Isso, Karen?, apresentado por Karen Lopes, Daniela relatou como enfrentou julgamentos e expôs situações vividas pelo filho durante a convivência com Hytalo e a família Santos.

Principais pontos do depoimento

  • Apoio a Felca
    Daniela elogiou o influenciador Felca, que denunciou Hytalo, afirmando que, apesar das críticas que recebeu na época, hoje reconhece a importância da exposição:

“Ele foi a fundo, coisas que eu nunca sonhei que poderiam acontecer.”

  • Isolamento e críticas
    A mãe contou que ficou sozinha no início das denúncias:

“Eu, a louca, desequilibrada, né?”

  • O caso da tatuagem
    Um dos episódios mais polêmicos foi quando seu filho tatuou o nome de Kamylinha Santos, irmã de Hytalo. Daniela revelou que o adolescente foi pressionado tanto por Kamylinha quanto pelo próprio Hytalo para realizar a tatuagem.

  • Sentimento versus autoridade
    Daniela disse que não se incomodava com o afeto do filho por Kamylinha, mas sim pela falta de respeito à sua posição como mãe:

“Bernardo estava apaixonado, gostando realmente da Kamila. Mas eu não fui respeitada.”

  • Questão pessoal
    A tatuagem foi feita próxima a uma marca que Daniela já tinha no corpo — o nome de seu ex-marido —, o que deu à situação um peso ainda mais doloroso.

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O que diz a lei

A 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo entende que realizar tatuagem em adolescente sem autorização dos pais ou responsáveis pode configurar lesão corporal de natureza gravíssima.

Contexto: Hytalo Santos, conhecido por conteúdos direcionados a jovens, foi preso após denúncias de exploração envolvendo menores. O caso segue em investigação.

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Morre Chuck Norris, ícone do cinema de ação, aos 86 anos

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O ator e artista marcial Chuck Norris morreu na última quinta-feira (19), aos 86 anos, no Havaí, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pela família por meio das redes sociais oficiais do artista na manhã desta sexta-feira (20).

De acordo com o comunicado, Norris teve uma “morte repentina”, mas estava cercado por familiares e em paz. As circunstâncias exatas do falecimento não foram divulgadas, atendendo a um pedido de privacidade da família.

Segundo informações da imprensa internacional, o ator havia sido hospitalizado após uma emergência médica no Havaí pouco antes de sua morte.

Carreira marcada pela ação e pelas artes marciais

Nascido como Carlos Ray Norris, em 1940, nos Estados Unidos, Chuck Norris construiu uma trajetória singular que uniu artes marciais e entretenimento. Antes de se tornar ator, ele foi campeão mundial de karatê e desenvolveu seu próprio estilo, o Chun Kuk Do.

Sua entrada em Hollywood ganhou destaque após contracenar com Bruce Lee no clássico O Voo do Dragão (1972), em uma das lutas mais icônicas do cinema.

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Nos anos 1980 e 1990, Norris se consolidou como um dos grandes nomes dos filmes de ação, estrelando produções como:

  • The Delta Force

  • Missing in Action

  • Braddock

Além disso, alcançou enorme popularidade na televisão com a série Walker, Texas Ranger, exibida entre 1993 e 2001.

Ícone cultural além do cinema

Mais do que um astro de ação, Chuck Norris se tornou um fenômeno cultural global. Nos anos 2000, seu nome voltou ao centro das atenções com os famosos “Chuck Norris Facts”, uma série de memes que o retratavam como uma figura quase invencível.

Além da carreira artística, ele também atuou como escritor, empresário e filantropo, criando iniciativas voltadas ao ensino de artes marciais para jovens.

Últimos anos e legado

Mesmo já afastado dos grandes holofotes, Norris ainda participou de produções recentes, como o filme Agent Recon, lançado em 2024, marcando seu retorno ao cinema após mais de uma década.

Poucos dias antes de morrer, no dia de seu aniversário de 86 anos, o ator publicou um vídeo treinando artes marciais e afirmou: “Eu não envelheço. Eu evoluo”.

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Chuck Norris deixa a esposa, Gena O’Kelley, cinco filhos e um legado que atravessa gerações — tanto nas telas quanto na cultura popular.

Repercussão

A morte do ator gerou grande comoção internacional. Personalidades do cinema e do esporte prestaram homenagens, destacando sua disciplina, influência nas artes marciais e impacto no gênero de ação.

Um símbolo que atravessou gerações

Chuck Norris não foi apenas um ator — tornou-se um arquétipo de força, disciplina e resistência. Entre filmes, séries e o imaginário popular da internet, seu nome se consolidou como sinônimo de invencibilidade.

Sua morte encerra um capítulo importante da cultura pop mundial, mas seu legado permanece vivo — seja nas artes marciais, no cinema ou no humor que ajudou a eternizá-lo.

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