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SMS capacita médicos e enfermeiros sobre o manejo e conduta nos casos de Monkeypox

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Aproximadamente 300 profissionais entre médicos e enfermeiros das Unidades de Saúde de Cuiabá  (Regionais Leste, Oeste, Norte, Sul e Rural)  que atuam na Atenção Básica e da Atenção Secundária da Secretaria Municipal de Saúde participam de capacitação sobre  “Monkeypox – Manejo e Conduta”, no auditório do Instituto de Saúde Coletiva (ISC ) da UFMT. Os participantes foram divididos em duas turmas, uma das 7h às 12h desta quinta-feira (29) e a outra na sexta-feira (30) ,das 13h às 17h. Uma iniciativa da SMS através da Secretaria Adjunta de Atenção Básica que  visa orientar os profissionais sobre o  manejo e vigilância dos casos de Monkeypox.

Conforme a programação, será abordada os seguintes tópicos: “Epidemiologia da Monkeypox”, com a Gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Transmissíveis, Flávia Guimarães Dias Duarte;  “Manifestação clínica e diagnóstico laboratorial”, com a médica infectologista da SMS Eva Clarice Abdo Grigoli; “Coleta das amostras clínicas”, com a enfermeira da Gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Transmissíveis,  Ely Costa Lesse; “Notificação/investigação”, com esclarecimentos dos palestrantes Flávia, Ely e Márcio Frederico; “Fluxo da rede, Monitoramento do caso e rastreamento dos contatos”,  com o coordenador de Programas Especiais da Atenção Básica da SMS, Márcio Frederico de Macedo Arruda e  “Prática na avaliação”, com a responsável técnica e a enfermeira do SAE Norte, Liney Araújo e Silvana Proença, respectivamente.

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“O objetivo é ter melhor resultado em qualidade quanto ao enfrentamento dessa patologia. Doença caracterizada por erupções cutâneas, feridas caracterizadas por bolhas que estouram e se dissipam por todo o corpo, portanto, uma patologia auto limitante. Pode estar preferencialmente nas partes genitais, cerca de 47% dos casos no município ,  mas também podem estar em outras áreas do corpo”, explicou o Coordenador de Programas Especiais, Márcio Frederico.

A doença precisa ser diagnosticada por meio de coleta de material e em caso positivo necessita de isolamento imediato para que o ciclo da Monkeypox seja quebrado, ou seja, não atinja outras pessoas e se alastre. Os sintomas continuam sendo febre, dores articulares, plurido no desenvolver da patologia, ínguas, calafrios, cansaço em excesso.

 “Quando diagnosticada  e confirmada a pessoa precisa imediatamente entrar em isolamento domiciliar por até 21 dias, ou até que as haja incidência de feridas, pois as feridas podem transmitir a Monkeypox. O isolamento é para evitar o contato com outras pessoas, evitar contato sexual e contato físico. Partículas e gotículas podem contagiar. Profissionais da saúde estão em risco também, por isso essa ampliação de conhecimentos na precaução e manejo da patologia”, frisou Márcio Frederico.

A indicação ao descobrir qualquer sintoma ou feridinha que não conheça o surgimento, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde mais próxima para atendimento e assim a situação possa ser investigada para confirmação ou descarte da doença. Como a patologia acomete tanto moradores do Estado como do município de Cuiabá, os profissionais de saúde contam com a colaboração de todos.

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A Responsável Técnica (RT) do Núcleo de Educação Permanente em Saúde, Nilvaine Marques de Oliveira também participa da programação, sendo responsável pela logística do evento.

MONKEYPOX

Atualmente em Cuiabá são 59 casos notificados sendo 43 positivos para Monkeypox. O principal meio de transmissão do vírus é por relação sexual, mas não é a única. Compartilhar objetos contaminados ou contato com pessoas positivadas também contribuir para novos casos.

Vale ressaltar que em 07 maio deste ano a Organização Mundial de Saúde foi notificada pelo Reino Unido sobre o primeiro caso confirmado. Logo em seguida a OMS considerou o surto para Monkeypox como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional.

No Brasil, depois de instituir a Sala de Situação de Monkeypox, já  com a finalidade de divulgar de maneira rápida e eficaz as orientações para resposta ao evento de saúde pública e direcionar ações de vigilância, o Ministério da Saúde ativou o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública – COE Monkeypox.   O COE tem com objetivo organizar a atuação do SUS nas três esferas: nacional, estadual e municipal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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