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Secretário deixa a Secretaria de Meio Ambiente em clima de emoção e dever cumprido

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O secreatário de  Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável, Renivaldo Nascimento, se despediu da gestão municipal na manhã desta quarta-feira (27), no Palácio Alencastro, com a presença do prefeito Emanuel Pinheiro e servidores.

Na oportunidade, o prefeito destacou o trabalho à frente da Secretaria de Meio Ambiente, que demonstra a seriedade da equipe e do secretário na condução dos trabalhos. “Ontem a mídia nacional divulgou os índices e indicadores baseados nos objetivos de desenvolvimento sustentável em que Cuiabá se destaca como a terceira que mais avançou nos últimos sete anos no quesito desenvolvimento sustentável, entre as 26 Capitais (exceto Brasília). Dos 42 indicadores, em 21 Cuiabá esteva acima da média, em 11 na média e em cerca de 10 oscilou um pouco abaixo da média. Entre outras áreas em que também fomos citados positivamente. Isso demonstra como Cuiabá mudou o parâmetro de 2017 desde que assumimos até os dias de hoje”, destacou o prefeito.

O prefeito lembrou, ainda, que são esses indicadores da melhoria de qualidade de vida da cidade  que comprovam o sucesso de uma gestão quando apresentam resultados através dos indicadores da melhoria da vida das pessoas, da melhoria da qualidade de vida da cidade. “As políticas públicas são medidas a curto, médio e longo prazo. E Cuiabá está fazendo o dever de casa e vou divulgar muito isso, tenho muito orgulho disso. Então, eu quero dividir com vocês porque só conseguimos porque vocês trabalham. E o secretário Renivaldo conduziu muito bem os trabalhos a frente da Secretaria. Não é uma despedida, é um até breve. Renivaldo é meu amigo, parceiro, vereador e secretário”, disse Emanuel Pinheiro.

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O secretário Renivaldo, resumiu emocionado: “saio com o dever cumprido”. Em sua fala, agradeceu o empenho de toda a equipe e enalteceu que fez jus a diretriz do prefeito na condução do trabalho sustentável. O prefeito queria tanto que mudou o nome da Pasta, acrescentando o Sustentável. E destacou a humanização da gestão. “O que é humanização? É o comportamento, a acolhida. Entre nós mesmos e aos que vieram e vem nos procurar, isso melhorou bastante na gestão. A Secretaria de Meio Ambiente passou a acolher,  com uma atuação excelente, resposta curta (em questão de tempo) e precisa em todos os processos da conduzidos. E quero agradecer que foi esse cidadão aqui, Emanuel Pinheiro que criou 25 cargos técnicos para melhor atender a população. Isso também é valorização profissional”, frisou Renivaldo.

Para os servidores, o respeito, a amizade e o profissionalismo serão lembrados como legado. “Foi um período maravilhoso trabalhar com o Renivaldo, uma pessoa que presa muito por Cuiabá, o Meio Ambiente, a Sustentabilidade. Uma pessoa agradável para trabalhar,  não tenho dúvidas de que nesse período que estivemos trabalhando juntos conseguimos evoluir muito. São vários projetos, além do apoio para a equipe e daremos sequência no andamento das ações. Fica nosso carinho”, avaliou a secretária adjunta de Meio Ambiente Sustentável, Ana Paula Morelli dos Santos Sales.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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