CUIABÁ
Requalificação da rede de drenagem da Avenida República do Líbano chega à fase final
CUIABÁ
As obras de requalificação da rede de drenagem de águas pluviais da Avenida República do Líbano chegam à fase final e estão concentradas nas etapas de compactação do solo, correspondente ao segundo trecho, e recuperação da malha viária.
O projeto técnico, desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, coordenado pela Secretaria de Obras Públicas (SMOP), tem como finalidade eliminar os pontos de alagamentos registrados anualmente na região, além da concretização de melhorias na mobilidade urbana local.
O vice-prefeito e secretário de Obras, José Roberto Stopa, afirmou que a população será muito bem recompensada, em razão dos eventuais problemas gerados desde o início dos trabalhos. Mediante a entrega da obras, os munícipes terão infraestrutura de qualidade, padrão da gestão Emanuel Pinheiro.
“É aquilo que sempre reforçamos, obras causam alguns transtornos, infelizmente, algo que faz parte do processo, porém, a cidade precisa avançar e os problemas resolvidos de uma vez por todas. Daqui há pouco dias vamos entregar, praticamente, uma nova avenida, composta por estruturas adequadas, do jeito que a nossa gente cuiabana tanto merece”, disse o gestor.
As intervenções iniciais, nas intermediações da rotatória de acesso à Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), foram integralizadas no mês anterior, com extensão aproximadamente 400 metros, por meio da escavação do solo, construção de bueiros, implantação da tubulação, entre outras ações.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT
CUIABÁ
Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público
A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.
Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.
A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.
Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.
Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.
O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.
A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.
Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.
A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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