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Peixe a R$ 25 segue até 12h desta sexta em Cuiabá

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A população de Cuiabá tem até as 12h desta sexta-feira (3) para aproveitar o programa Peixe Santo, que comercializa peixe ao valor popular de R$ 25 o quilo. A ação entra nas últimas horas com grande procura, e cerca de 30 toneladas já foram vendidas desde o início da semana.

Durante os dias anteriores, o atendimento ocorreu das 8h às 22h, mas nesta Sexta-feira da Paixão o funcionamento é reduzido, encerrando ao meio-dia. Ao todo, estão sendo ofertadas aproximadamente 52 mil quilos de peixe redondo, híbridos do pacu, já eviscerados e sem escamas.

Além do preço acessível, o consumidor pode solicitar corte e retirada de espinhas, com cobrança adicional. Os pontos contam com estrutura adequada de refrigeração e seguem as normas de segurança alimentar.

Os pontos de comercialização estão distribuídos estrategicamente pela cidade:

Região Norte

Terminal do CPA III

Praça Cultural do CPA II

Parque das Nascentes no Morada do Ouro

Região Leste

Trevo do Planalto, próximo à antiga policlínica na Avenida Dante Martins de Oliveira

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Rotatória Viola de Cocho, no Jardim Imperial

Região Oeste

Avenida principal do Novo Colorado, próximo à frutaria

Trevo da Avenida Miguel Sutil, acesso ao Cidade Verde

Região Sul

Praça do Caic, no Pedra 90

Ponto em frente ao CRAS no Pedra 90

Praça do Popeye, no Tijucal

Praerinho

Região Central

Praça Alencastro, em frente à Prefeitura

A iniciativa busca garantir alimento de qualidade a preço acessível neste período de maior consumo, reforçando o caráter social da ação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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