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Pedal Ecológico da Semob reúne mais de 400 ciclistas na comunidade Rio dos Peixes

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Gustavo Duarte

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A terceira edição do “Pedal Ecológico da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob)” reuniu mais de 400 ciclistas na manhã deste domingo (24). A concentração ocorreu no Parque das Águas e os participantes percorreram o trajeto de 23 km até a comunidade Rio dos Peixes, na rodovia Emanuel Pinheiro, na MT-251 (Estrada da Chapada dos Guimarães), onde foi realizado o Festival da Pamonha. O pedal faz parte da programação de aniversário de 303 anos de Cuiabá.

Durante o ato das inscrições, o pedal conseguiu arrecadar mais de meia tonelada de alimentos não perecíveis que serão destinados à Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e Pessoa com Deficiência, para que sejam doados para famílias em situação de vulnerabilidade social

“Foram realizadas 350 inscrições, que são limitadas, contudo mais de 100 pessoas decidiram prestigiar o evento. Foi arrecadada mais de meia tonelada de alimentos não perecíveis que serão doados para as famílias carentes. Além de tudo isso, pudemos prestigiar o Festival da Pamonha”, disse Raimundo Ribeiro, coordenador do pedal.

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O Pedal Semob contou ainda com apoio do Batalhão de Trânsito, de empresas parceiras e teve vários pontos de hidratação para os ciclistas. Ao chegarem à comunidade Rio dos Peixes, os atletas participaram ainda de sorteios de brindes e de um café da manhã com muitas frutas.

O secretário d Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, destacou sobre o sucesso do Pedal da Semob e a importância da realização evento. “Todas as edições do pedal vêm com sucesso e sempre aumentando o número de participantes. Isso é importante para os ciclistas e todos os atletas envolvidos, é um prazer para Semob colaborar com esse tipo de evento”, pontuou.

O senhor Benedito Figueiredo, de 64 anos, é um dos participantes assíduos do Pedal Semob. Ele relata que a prática do esporte trouxe melhorias para sua qualidade de vida. “Há cinco anos participo desse esporte maravilhoso para minha saúde. Antes eu sofria com problema na coluna, mas após começar a desenvolver o pedal minha vida mudou 100%. Então, esse foi o melhor investimento que fiz. Após adotar a prática também já trouxe vários amigos e minha filha para participar”, contou.

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PEDAL DA SEMOB

Todos às terças-feiras, ocorre em Cuiabá, o ‘Pedal da Semob’, onde são pedalados entre 23 a 25 quilômetros pelos principais pontos turísticos da Capital.  O ponto de partida ocorre na Orla do Porto, às 20h. O pedal não tem custo e as pessoas interessadas em participar, podem ir à Orla com sua bicicleta ou locar uma com as equipes de ciclismo parceiros, que ficam no local. 

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Prefeitura recorre de decisão que suspendeu decreto sobre loteamentos em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o objetivo de reverter a decisão liminar que suspendeu o decreto municipal que interrompeu temporariamente a análise e a aprovação de projetos de loteamentos com terrenos menores que 200 metros quadrados. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira (10) e será analisado pelo Órgão Especial do tribunal.

A decisão que suspendeu o decreto foi tomada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo diretório estadual do MDB. Em decisão preliminar, a magistrada entendeu que o município criou novas regras para os loteamentos por meio de um decreto, quando isso dependeria de aprovação por lei.

No recurso, a Procuradoria Geral do Município afirma que a decisão foi baseada em uma interpretação divergente do decreto e pede que a liminar seja revogada. Segundo a Prefeitura, o texto não criou novas exigências para empreendedores, mas apenas interrompeu temporariamente a análise de determinados projetos até a conclusão da revisão da legislação urbanística da capital.

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Na fundamentação do recurso, a Procuradoria sustenta que “o ato, todavia, nada indefere e nenhum requisito novo impõe: seu art. 1º limita-se a suspender temporariamente a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de determinados projetos de parcelamento. As medidas de 200 m² e de 10 m operam como simples critério de delimitação do universo de processos sobrestados, e não como parâmetro urbanístico exigível dos administrados”.

Outro ponto contestado pela Prefeitura é o entendimento de que não existiria base legal para a edição do decreto. Conforme a Procuradoria, a medida está amparada em uma lei municipal que autoriza a administração pública a adotar providências preventivas em situações que possam trazer riscos ao interesse público.

A Prefeitura também defende que o decreto tem caráter temporário e preventivo e não altera a legislação em vigor nem cria novas regras para os loteamentos. “Não se trata de regulamento autônomo, mas de providência acauteladora fundada no poder geral de polícia urbanística: ato geral, de caráter técnico e subordinado aos parâmetros fixados na legislação vigente. Cuida-se de exercício típico do poder de polícia administrativa, e não de inovação normativa primária, o que afasta qualquer cogitação de usurpação da função legislativa”, argumenta a Procuradoria.

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O município afirma ainda que a norma não teve efeito retroativo, pois atingiu apenas projetos que ainda aguardavam análise, sem modificar aprovações já concedidas. A Procuradoria também sustenta que manter a suspensão do decreto pode provocar prejuízos maiores, já que permitiria a aprovação de novos loteamentos enquanto a revisão do Plano Diretor ainda está em andamento, criando impactos urbanísticos que seriam difíceis de reverter.

Com o recurso, a Prefeitura pede que a desembargadora reveja a própria decisão ou, caso isso não ocorra, que o caso seja levado ao Órgão Especial do TJMT para decidir se o decreto volta a produzir efeitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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