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Gestão Emanuel Pinheiro constrói 30 travessias de concreto em 2021; meta é substituir 80% das pontes de madeira até 2024

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Luiz Alves

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A Secretaria Municipal de Obras Públicas encerrou o ano de 2021 com 30 travessias de concreto construídas, englobando bueiro celular, bueiro tubular e ponte. O trabalho faz parte de um planejamento que é executado desde 2017 pela gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, por meio do qual a meta é chegar até o ano de 2024 com pelo menos 80% das pontes de madeiras da zona rural substituídas por essas estruturas.

De acordo com o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, o planejamento é dividido em dois tipos de atuação, que levam em consideração a necessidade específica de cada uma das regiões beneficiadas. A primeira estabelece a edificação de bueiros celular e tubular, que atendem com eficiência a demanda de córregos, onde o volume da passagem de água é menor que a de rios.

Stopa destaca que, conforme relatório da Secretaria, mais de 100 estruturas desse tipo foram construídas no período de 2017 a 2021. “Os bueiros celular e tubular são mais baratos e de rápida construção. Para locais onde a demanda é menor, são estruturas extremamente apropriadas e que possuem a qualidade necessária para resolver definitivamente os problemas enfrentados por moradores de pequenas comunidades”, explica o vice-prefeito.

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Já a segunda atuação está concentrada no levantamento de pontes de concreto, que são estruturas maiores e localizadas nos rios que cortam a cidade. No primeiro mandato, o prefeito Emanuel Pinheiro investiu mais de R$ 4 milhões nesse trabalho, resultando em seis pontes de concreto executadas nas comunidades dos Médicos (rios Aricazinho e dos Médicos), Ecoville II, Distrito do Aguaçu, e Distrito Coxipó do Ouro (rios Bandeira e Paciência).

Em 2021, dando continuidade a substituição das estruturas de madeira, o Município iniciou a construção de mais seis pontes de concreto em diferentes comunidades da zona rural. A previsão é de que todas elas sejam concluídas e entregues à população no primeiro semestre deste ano. Para o segundo semestre, o objetivo da Prefeitura de Cuiabá é dar a ordem de serviço para o levantamento de outras sete.

“A edificação de pontes de concreto foi uma missão dada pelo prefeito Emanuel Pinheiro e que foi cumprida com muito sucesso no primeiro mandato pelo secretário Vanderlúcio Rodrigues. Agora, estamos trabalhando para manter o ritmo e alcançar, prioritariamente, aquelas comunidade que possuem maior urgência. A meta é universalizar e acabar com transtornos recorrentes nessa área”, pontua Stopa. 

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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