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Garoto atingido por um lápis no olho realizou cirurgia de emergência e ficou sete dias internado no HMC.”Gostamos muito do atendimento”, diz pai

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O garoto Gabriel Boa Sorte, 9 anos, foi acolhido no Hospital Municipal de Cuiabá e Pronto Socorro Dr Leony Palma de Carvalho (HMC), no dia 28 de setembro, para a realização de cirurgia de emergência, após ser atingido por um lápis no olho. O acidente aconteceu na escola onde ele estuda, no município de Sorriso (distante a 420 km de Cuiabá). 

Para o pai de Gabriel, Eder Boa Sorte, o atendimento no HMC foi excelente. “Gostamos muito do atendimento médico e da equipe de enfermagem. Sempre quando as enfermeiras e técnicas em enfermagem entravam no quarto era com um sorriso no rosto, além de brincarem com meu filho no intuito de animá-lo. Agradeço todo o carinho e atenção”, destacou. 

O pai contou que no município de Sorriso não tinha especialista em oftalmologia para atendimento de emergência pelo SUS, e que por isso foi necessário o encaminhamento para Cuiabá, no HMC. Segundo o diretor-técnico do HMC, Vinícius Gatto, o paciente realizou procedimento de sutura de córnea e reconstrução de câmara anterior do olho esquerdo no centro cirúrgico. 

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“O procedimento ocorreu sem intercorrências. Ele continuou internado para a sequência no tratamento com antibióticoterapia e outras medicações. Após estabilização foi de alta médica hospitalar no dia 5 de outubro, sendo a família orientada quanto à necessidade da continuidade do tratamento em uma unidade especializada”, informou.

Sobre o HMC, o pai de Gabriel ressaltou que só tem elogios.“O atendimento foi bem rápido. Avaliou como 100%. Sempre que precisávamos a equipe estava de prontidão. Tudo que o hospital poderia fazer para o meu filho foi feito. Alguns procedimentos necessários o SUS não cobria”, revelou.

Segundo o pai de Gabriel, o novo procedimento cirúrgico foi agendado em outra unidade hospitalar, em Cuiabá, após judicialização. “Conseguimos a cirurgia, mas não chegamos a tempo. Devido ao bloqueio dos manifestantes na BR -163, que impediu nossa passagem. Desviamos por outro caminho mais longo, e chegamos a Cuiabá, porém com atraso”, informou. “Felizmente uma nova data foi marcada, e o Gabriel conseguiu finalmente operar no dia 23/11. O procedimento foi realizado para drenagem de coágulo e retirada do vítreo”, completou.

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Gabriel ainda precisará do terceiro procedimento cirúrgico para implante de uma lente intraocular, que deverá ser realizado depois de 30 dias, conforme informou a família.

Paulo Rós, diretor-geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), que administra o HMC, destacou que a gestão e a direção do hospital, acolhem pacientes dos municípios do interior do estado com serviços de saúde que abrangem diversas patologias.

“Atendemos com rapidez os casos de emergência, não fechamos portas para os usuários do SUS, todos os serviços que dispomos são oferecidos para salvaguardar a vida e a integridade das pessoas. No caso do Gabriel, assim que ele chegou à unidade já foram realizados os exames necessários e foi encaminhado diretamente para ao centro cirúrgico, sendo acompanhado pela equipe da oftalmologia e multidisciplinar”, finalizou Rós.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Audiência pública detalha revisão do contrato de água e esgoto e reforça atuação técnica da Cuiabá Regula

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A Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Cuiabá Regula) apresentou os resultados da segunda revisão ordinária do contrato de concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário durante audiência pública realizada na Câmara Municipal de Cuiabá, na terça-feira (28). O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária, instituições técnicas e a sociedade civil para discutir ajustes contratuais, metas e impactos à população.

A audiência integra um processo mais amplo conduzido pela Prefeitura de Cuiabá, que tem como foco o equilíbrio contratual, a transparência e a participação social. Etapas anteriores incluíram consulta pública e debates técnicos com contribuições de instituições como a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Revisão contratual e impacto tarifário

A revisão ordinária, prevista em contrato e realizada a cada quatro anos, analisa possíveis desequilíbrios e a necessidade de ajustes para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços. O processo atual considera o período de maio de 2019 a abril de 2023.

Segundo o diretor-presidente da agência, Alexandre César Lucas, a revisão envolve a reavaliação de todos os pontos do contrato, com análise dos argumentos apresentados tanto pela concessionária quanto pelo município. “É um momento de rediscussão do contrato, sempre buscando o menor impacto possível para o cidadão”, afirmou.

Para garantir isenção, a Cuiabá Regula contou com estudos independentes da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), responsável pela análise jurídica, econômica e financeira dos pleitos.

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Um dos principais pontos debatidos foi o possível impacto nas tarifas. A concessionária Águas Cuiabá apresentou pedidos que poderiam resultar em aumento significativo, com estimativas iniciais próximas de 30%.

No entanto, conforme explicou o diretor de Saneamento, Hemerson Leite, a análise técnica independente indicou um percentual substancialmente inferior. A decisão preliminar da agência fixou o índice em 0,32%, após revisão detalhada dos itens apresentados. Parte dos pleitos foi acolhida parcialmente, enquanto outros foram rejeitados ou seguem sob discussão judicial. O processo ainda está em fase recursal e pode sofrer ajustes.

Fiscalização, desafios e encaminhamentos

Durante a audiência, a agência também apresentou dados de fiscalização dos serviços. Entre junho de 2025 e janeiro de 2026, foram realizadas 919 vistorias, que resultaram em 288 relatórios e 204 notificações à concessionária.

A ouvidoria foi destacada como instrumento relevante, já que grande parte das FEmefiscalizações motivadas por reclamações da população resultou na identificação de irregularidades.

A audiência abordou ainda desafios estruturais, como a ampliação do atendimento em áreas irregulares. Atualmente, cerca de 120 bairros de Cuiabá ainda não contam com cobertura adequada de esgotamento sanitário. Também foram discutidos critérios de medição das metas contratuais, incluindo a necessidade de atualização de indicadores utilizados para calcular a cobertura dos serviços.

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Representantes da Águas Cuiabá apresentaram dados de investimentos realizados na cidade desde 2017, com expansão das redes de água e esgoto e execução de obras estruturantes. Entre os pontos levantados no debate estão intervenções urbanas decorrentes das obras, como a recomposição asfáltica, tema recorrente nas manifestações de moradores e parlamentares. A agência esclareceu que a avaliação técnica da pavimentação é atribuição da Secretaria Municipal de Obras, cabendo à reguladora atuar com base em relatórios técnicos.

As contribuições apresentadas durante a audiência, incluindo manifestações de representantes institucionais, parlamentares e cidadãos, serão consideradas na análise final.

A revisão ordinária segue para apreciação do Conselho de Saneamento e, posteriormente, para deliberação da diretoria da Cuiabá Regula, responsável pela decisão final.

O processo reforça o papel da regulação na busca por equilíbrio contratual, transparência e proteção do interesse público, ao mesmo tempo em que evidencia desafios para a ampliação e a melhoria dos serviços de saneamento na capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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