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Beneficiários do Minha Casa Minha Vida devem procurar Caixa Econômica Federal para transferência do imóvel

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A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá informa aos beneficiários dos residenciais construídos pelo Programa Minha Casa Minha Vida, há mais de 10 anos, que devem procurar a Caixa Econômica Federal (CEF) para solicitar a quitação financeira e, desta forma, poder procurar um cartório para fazer a transferência do imóvel para o próprio nome e se tornar, de fato e de direito, o proprietário.

Em julho deste ano, completaram 10 anos da entrega do Residencial Altos do Parque I, 1ª etapa. Ou seja, os beneficiários que cumpriram com todos os pagamentos já têm o direito de fazer o pedido para transferência.

Moradores dos residenciais Jamil Boutros Nadaf (entregue em julho de 2011), Nova Cannã 1ª e 2ª etapas (entregue em novembro de 2011), Alice Novac e Nilce Paes Barreto (entregues em março de 2012), também já podem dar entrada na documentação, caso ainda não tenham feito. Estes seis residenciais, entregues entre 2011 e 2013, abrangem 2.715 famílias.

Em abril do próximo ano completam 10 anos das entregas das 1ª e 2ª etapas do Residencial Altos do Parque, abrangendo mais 638 famílias.

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Quitação

O beneficiário do Programa Minha Casa Minha Vida Faixa 1 só tem acesso à escritura definitiva do imóvel na quitação do financiamento, que não pode ser antecipado, pois corre o risco de perder o benefício do governo federal, tendo que quitar no valor total.

Vale enfatizar que a venda por contrato de gaveta é ilegal.

Após obter o termo de quitação financeira com a Caixa Econômica Federal, o dono da propriedade deve comparecer ao cartório de imóveis onde ele está registrado e solicitar a emissão da escritura definitiva.

A Caixa emite o Termo de Quitação por meio do App Habitação CAIXA, que tem validade tanto digital quanto impresso, dependendo da forma como o cartório solicitar.

Mas é possível solicitar o documento também nas agências físicas. Cada residencial está ligado a uma agência da Caixa Econômica, onde o pedido deve ser feito. Veja abaixo a relação.

Financiamento em atraso

É importante enfatizar que beneficiários com parcelas do financiamento em atraso também devem procurar a Caixa Econômica para tentar fazer uma renegociação. A partir de cinco parcelas em atraso, o beneficiário corre o risco de perder o imóvel

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Confira qual agência da CEF procurar por residencial:​

Residencial Jamil Boutros Nadaf – Agência da Morada do Ouro

Residencial Nova Cannã – Agência da Morada do Ouro

Residencial Alice Novac – Agência do Coxipó

Residencial Nilce Paes Barreto – Agência do Coxipó

Residencial Altos do Parque – Agência da UFMT

Residencial Francisca Loureiro Borba – Agência do Coxipó

Residencial Nico Baracat I – Agência da Morada do Ouro

Residencial Nico Baracat II e III – Agência do Bom Jesus de Cuiabá

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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