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Alunos de Cuiabá desenvolvem trabalhos com argila, desenhos e cultura indígena

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Uma série de trabalhos artísticos produzidos com argila, areia, tinta, lápis coloridos, desenhos em cartolinas e hábitos da cultura indígena, produzidos por crianças de 3 a 5 anos, foram apresentados na quinta-feira (11) pelos estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Juarez Alves Sodré, localizada na Rua João Carlos Pereira Leite, no bairro Araés.

Para incentivar a aprendizagem e a capacidade de produção artística, a equipe de professores fez uma convergência de todos os materiais oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação (SME). Uma das exposições de trabalho está relacionada à parceria com a cooperativa Sicredi.

Trata-se de um projeto com o intuito de desenvolver, em sala de aula, a autonomia, a cooperação e a cidadania entre crianças na construção de conhecimento, por meio de projetos estudantis destinados a promover maior pesquisa e debate em torno de temas sociais.

Os alunos também produziram artes a partir da exploração dos materiais do sistema “Contagie”, que agrega propostas de escrita, desenhos, parcerias com a família, releitura de obras de arte e identificação de elementos da natureza.

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Também foram apresentados trabalhos do projeto Sapicuá, que incentiva a leitura, a educação patrimonial e a cultura local para crianças e educadores, além de formar professores para trabalhar com a literatura de Mato Grosso.

A diretora da escola, Neuvacy Tibaldi, explica que a ideia de agregar trabalhos surgiu com a proposta de trabalhar e expandir o conceito das crianças sobre o que é arte.

“Nossa proposta foi estimular a criatividade, o pensamento crítico, a inteligência emocional e social. Isso ajuda a melhorar o desempenho acadêmico em outras disciplinas, além de despertar a sensibilidade e a capacidade de inovação”, explica.

A professora Jackeline Noronha elogiou a entrega dos alunos e o comparecimento expressivo dos pais para conhecer os trabalhos de arte produzidos pelos filhos. “Isso enche nós, professores, de orgulho. É a união da aprendizagem da escola com a boa formação familiar que forma boas pessoas”, ressalta.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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