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Parque Florestal de Sinop atrai mais de 2,6 mil visitantes na primeira semana após reabertura

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O Parque Natural Municipal Florestal de Sinop voltou a receber o público geral na última semana e registrou grande movimento logo nos primeiros dias de reabertura. Entre sexta-feira (21) e domingo (23), o local recebeu aproximadamente 2.680 visitantes, segundo levantamento de controle realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O número expressivo evidenciou o interesse da população em retomar a convivência com o espaço verde que há décadas integra a identidade de Sinop.
 
A sexta-feira (21) marcou o primeiro dia de reabertura ao público geral, com circulação de 479 pessoas nos períodos matutino e vespertino. No sábado (22), mesmo com chuva no período da manhã, 309 visitantes estiveram no parque durante a tarde. O fluxo mais intenso aconteceu no domingo (23), quando 1.892 pessoas aproveitaram o dia para caminhar, fotografar a fauna e contemplar as trilhas.
 
Ao comentar o retorno da visitação, o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Klayton Gonçalves, destacou a relevância ambiental e social da área. “O Parque Florestal representa uma das maiores preciosidades do nosso município. São mais de 100 hectares de preservação ambiental pura dentro de um perímetro urbano. É uma das maiores reservas ambientais que tem a nível de estado dentro de um perímetro urbano. Aqui as pessoas podem contemplar e curtir a natureza”, disse.
 
O parque foi reaberto oficialmente na quarta-feira (19), com um novo formato de funcionamento. O objetivo da pasta foi organizar melhor o fluxo de visitantes e garantir segurança aos ecossistemas internos. O cronograma define que o espaço permanecerá fechado nas segundas-feiras para serviços internos e manutenção. De terça a quinta-feira, das 8h às 17h, o atendimento será exclusivo para visitas agendadas de escolas, pesquisadores e grupos turísticos. Já as sextas, sábados e domingos serão destinados ao público geral, também das 8h às 17h.
 
O secretário municipal comentou que a oportunidade de visitar uma área de preservação dentro da cidade fortalece o sentimento de cuidado com o patrimônio natural e destacou a importância da preservação. “Hoje o sinopense, o brasileiro ou qualquer pessoa do mundo tem a oportunidade de conhecer um pedacinho da Amazônia dentro do perímetro urbano de uma das cidades que mais se desenvolve no país. Queremos convidar todos a contemplar o Parque Florestal. Pedimos que os visitantes não tragam alimentação, não façam sujeira e não tentem tocar os animais. É um local de apreciação dessa riqueza que é nossa e precisa ser valorizada”, finalizou.
 
A entrada no Parque Florestal é gratuita e o acesso ao público geral ocorre sem necessidade de agendamento às sextas-feiras, sábados e domingos. Já de terça a quinta-feira, o parque reserva a visitação para atividades de educação ambiental com escolas e grupos específicos, além de receber grupos turísticos e expedições científicas voltadas à contemplação e à catalogação de espécies. Nesses casos, o agendamento é obrigatório e deve ser feito pelo WhatsApp no número (66) 99651-2891.

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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