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Limpeza de áreas verdes e institucionais avança e Prefeitura atenderá mais 11 bairros a partir de terça-feira

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Com objetivo de evitar problemas de saúde e também deixar a cidade mais bonita, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável segue realizando a limpeza de áreas verdes e institucionais em ritmo acelerado. A partir da próxima terça-feira (14), mais 11 bairros do município serão atendidos pelas equipes da pasta. 

Para os serviços, os espaços foram divididos em zonas, com bairros na mesma região e os próximos atendidos fazem parte da zona oito, sendo eles o Parque das Araras II, Jardim das Orquídeas, Carandá, Jardim das Azaléias, Maria Carolina, Jardim dos Cravos, Jardim das Rosas, Kaiabi, Eco Park, Jesuítas e Jardim do Ouro. 

“Esse trabalho é contínuo, com as equipes empenhadas diariamente para atender todas as regiões do município. São mais de 1,2 mil áreas verdes e institucionais e os servidores atuam com tratores e demais equipamentos necessários para que os trabalhos sejam realizados com excelência”, disse a secretária da pasta, Ivete Mallmann. 

Desde o dia 5 de janeiro, a prefeitura já realizou a limpeza em 34 bairros. “O nosso cronograma prevê atender todas as áreas. Com esses espaços limpos, evitamos, por exemplo, que resíduos sejam descartados irregularmente e melhoramos até mesmo a segurança daquela região”, acrescentou a secretária. 

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Neste momento, as equipes estão finalizando a zona sete, que compreende os bairros Delta, Vitória Régia, Conquista, Boa Esperança, Santa Rita, Novo Estado, Ipês, Carandá, São Paulo, Novo Horizonte, Campo Verde, Araguaia, Recanto dos Pássaros, Betel, Tarumãs, Acácias, Maria Vindilina, Daury Riva, Veneza, Califórnia e Caribe. 

Já uma zona em que serviços já foram finalizados, é a quatro, com os bairros Nossa Senhora Aparecida, Jardim das Nações, Bela Suíça, Belo Horizonte, Recanto Suíco, Riviera Suíca e Portinari. Na seis, a limpeza também foi concluída, incluindo os bairros Jardim Europa, Village, Jardim Itália 1, 2 e 3, Barcelona, Florença 1, 2 e 3, Deville, Ipanema, Paris, Aquarela das Artes e Santa Cecília.

Para fortalecer esse serviço, a prefeitura adquiriu, em 2022, novos veículos para a pasta de Meio Ambiente, com investimento de R$ 931 mil. A secretaria recebeu um trator perfurador e roçadeira, um trator com grade aradora e dois Fiat Mobi.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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