CUIABÁ
Search
Close this search box.

Sinop

Atualização cadastral do Censo Previdenciário no quarto polo é realizada no PreviSinop

Publicado em

Sinop

A atualização cadastral para os servidores ativos efetivos, que compõe o Polo 4 do Censo Previdenciário, iniciou nesta quarta-feira (05). Os atendimentos estão sendo realizados no auditório do PreviSinop e seguem até o dia 13 de abril. Caso o segurado não compareça no período estabelecido para fazer esta atualização, terá a remuneração suspensa. Todas essas informações estão disponíveis no decreto municipal n°054/2023.

Unidades que serão atendidas no Polo 4 nesse período de recenseamento são as seguintes: Administração – efetivos; Administração e Controle; AGER Sinop; Câmara; Caps; Casa da Mulher; CEM; Centro Educacional Lindolfo José Trierweiller; CEO; CER; Conselho Tutelar; CRAS – Boa Esperança; CRAS – Menino Jesus; CREAS; DAPS; Gleba Mercedes; Medicina do Trabalho; MHTB; Ouvidoria SUS; Passo a Passo, PreviSinop; PROCON; SAE; SMS – Casa da mulher; UBS – Joacir Rodrigues (Vitória Régia); UBS – José Marchez Junior – (Jardim Paraíso); UCT;

Servidores que atuam nas seguintes secretarias: Administração; Assistência Social; Meio Ambiente; Desenvolvimento Econômico (SEDEC); Governo e Projetos Estratégicos; Saúde;

Leia Também:  Sinop participa do Encontro Nacional de Gestoras de Políticas Públicas para Mulheres em Fortaleza

Servidores que estão nas seguintes situações: Licença três anos; Licença Maternidade; Licença Prêmio; Atestados; Servidores Cedidos.

O Censo Previdenciário possui um canal exclusivo para dúvidas e informações, através do contato (66)9 9214 4165. Os agendamentos são feitos através dos sites www.previsinop.com.br e www.sinop.mt.gov.br. O recadastramento é importante para garantir o equilíbrio financeiro e atuarial do Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Sinop (PreviSinop), órgão responsável pelo pagamento das aposentadorias e benefícios dos servidores municipais de Sinop.

O PreviSinop está localizado na Praça dos Três Poderes, n°144 – Esquina com rua das Alamandas, – Setor Comercial. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

Propaganda

Sinop

Ação em Sinop transforma memória das vítimas de feminicídio em um chamado à prevenção

Publicados

em

A memória das mulheres que tiveram suas vidas interrompidas pela violência e a defesa do direito de todas as mulheres viverem com segurança e dignidade marcaram a caminhada e a panfletagem realizadas na manhã desta quarta-feira (14), em Sinop. Promovida pela Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres (CPPM), da Prefeitura de Sinop, em parceria com a Rede de Enfrentamento e Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, a mobilização chamou a atenção da população para o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, celebrado em 17 de outubro (próximo sábado).

A caminhada teve início no cruzamento da avenida das Sibipirunas com avenida Governador Júlio Campos, seguindo até a Praça da Bíblia, onde foi realizado um ato em homenagem às vítimas. Durante a ação, foram distribuídos materiais informativos e compartilhadas orientações sobre a violência contra a mulher, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a necessidade de identificar os sinais de abuso, fortalecer a rede de apoio e agir antes que a violência chegue ao extremo.

Mais do que lembrar as vidas perdidas, a mobilização buscou reforçar que por trás de cada caso de feminicídio existem histórias, famílias e filhos que convivem com as consequências de uma violência que poderia ter sido interrompida. A mensagem central foi a de que o enfrentamento não pode ocorrer somente depois de uma tragédia: precisa começar com informação, acolhimento, denúncia e compromisso coletivo.

A professora Branca, coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura, destacou que a mobilização é um chamado à sociedade para que as mulheres tenham assegurado o direito de viver, criar seus filhos, trabalhar e participar plenamente da comunidade.

“Todo dia é dia de chamamento. Todo dia é dia de falarmos: chega de feminicídio! […] Nós precisamos da família, precisamos de toda a sociedade. Nós não somos donos de ninguém. O que nós temos que ter é estrutura para que possamos viver, criar nossos filhos, trabalhar e fazer parte da sociedade, que é um direito de cada mulher”, ressaltou.

Violência tem sinais que precisam ser reconhecidos

Leia Também:  Prefeitura de Sinop disponibiliza grupos gratuitos de ginástica para fortalecer saúde das mulheres

Um dos principais alertas da caminhada foi que o feminicídio, em muitos casos, é precedido por uma sequência de comportamentos violentos. Ciúme possessivo, controle excessivo, ameaças, intimidação e agressões podem indicar uma situação de risco que exige atenção e intervenção.

A juíza Rosângela Zacarkim dos Santos, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Sinop, explicou que reconhecer esse ciclo é fundamental para evitar que a violência evolua para consequências irreversíveis. Para ela, a participação das instituições e da população é indispensável para ampliar a conscientização e proteger vidas.

“O feminicídio tem um caminho. É o ciclo da violência, é o caminho da violência. Então, começa com pequenas ações, depois a agressão vai tendo um volume maior até que se consuma o feminicídio, que é a morte da mulher. Nós não queremos isso. Estamos aqui todos reunidos, poderes constituídos, as instituições, para levar conscientização à população de Sinop”, afirmou.

A magistrada também chamou a atenção para os impactos que esses crimes deixam nas famílias, especialmente nos filhos que perdem suas mães. A prevenção, nesse sentido, significa não apenas proteger a vida da mulher, mas também impedir que crianças e familiares sejam atingidos por consequências profundas e permanentes.

Rede de proteção reforça que nenhuma mulher está sozinha

A mobilização reuniu representantes de instituições que atuam no enfrentamento à violência doméstica e familiar. De acordo com Eliane dos Santos, advogada e presidente da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, o grupo reúne mais de 30 instituições públicas, privadas e do terceiro setor, que trabalham de forma articulada para prevenir a violência e ampliar a assistência às vítimas.

Durante a caminhada, a distribuição de materiais informativos buscou aproximar essas orientações da população e mostrar que existem caminhos para buscar ajuda. A rede atua desde o recebimento de denúncias até o encaminhamento das mulheres aos serviços de proteção e acompanhamento, conforme as necessidades de cada caso. “Precisamos caminhar, precisamos falar, precisamos bater às portas dessas mulheres para que elas possam saber que não estão sozinhas, que podem denunciar e que terão apoio”, destacou Eliane.

Leia Também:  Neste sábado (16) tem Parada de Natal com mais de 90 personagens a partir das 18h

A informação é uma ferramenta essencial para romper o silêncio e combater a ideia de que a violência doméstica é um problema restrito à vida privada. Familiares, amigos, vizinhos e toda a comunidade podem contribuir ao reconhecer situações de risco, oferecer acolhimento sem julgamentos e procurar os canais adequados para denunciar.

O enfrentamento à violência contra a mulher exige ações contínuas, capazes de transformar comportamentos e fortalecer uma cultura de respeito desde a infância. Na rede municipal de ensino, o trabalho de conscientização também integra as iniciativas voltadas à prevenção de diferentes formas de violência.

Télvia Marques, professora da rede municipal de ensino, explicou que a temática é trabalhada desde a educação infantil até o ensino fundamental, buscando levar a reflexão para dentro das escolas e envolver estudantes e famílias na construção de relações mais respeitosas. “A Secretaria vem trabalhando arduamente nessa campanha de feminicídio zero no nosso município. E começa lá da base, desde a creche até o ensino fundamental, aonde também está inserido no nosso currículo este trabalho sobre a violência contra a mulher, contra a criança e adolescentes”, pontuou.

A atuação integrada entre educação, assistência social, Justiça e demais instituições fortalece a prevenção e amplia as possibilidades de identificação e enfrentamento da violência. Mais do que uma data de memória, o 17 de outubro representa um momento de reflexão sobre a responsabilidade de toda a sociedade na defesa da vida das mulheres.

A Prefeitura de Sinop, por meio da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, reforça a importância de dar visibilidade ao tema durante todo o ano. O combate ao feminicídio exige atenção permanente, políticas públicas, informação e uma rede preparada para acolher quem precisa de ajuda. Preservar a memória das vítimas também significa trabalhar para que outras mulheres não tenham suas histórias interrompidas pela violência.

Cobertura fotográfica da ação: Campanha #TodasPorElas – Pelo fim do feminicídio | Flickr

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA