CIDADES
Orientações sobre Habitação e Planejamento Urbano reúnem centenas de municipalistas
CIDADES
Agentes governamentais, especialistas e gestores locais de todo o país participaram da plenária de Habitação e Planejamento Urbano, na tarde desta segunda-feira, 25 de abril. Dividido em três pilares, o painel temático destacou a tecnologia 5G, o financiamento para moradias trazido pelo Programa Casa Verde Amarela e as Parcerias Público-Privadas (PPPs) como ferramentas de desenvolvimento municipal. A experiência do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Baixo Jequitinhonha (Cimbaje) com a regularização fundiária foi apresentada.
No primeiro módulo, as apresentações trataram dos serviços urbanos digitais para o planejamento e gestão urbana: planos diretores, cadastros, tributos urbanos e antenas 5G.A técnica da Confederação Nacional de Municípios (CNM) Karla França, que mediou o debate, explicou sobre as transformações ocorridas nos últimos anos, os desafios promovidos e a atuação da entidade e defesa dos Entes municipais.
“A maioria dos Municípios, a partir da Lei das Antenas de 2015, de sua regulamentação em 2020 e do leilão 5G, está com suas legislações urbanas defasadas”, disse a técnica da CNM ao explicar o motivo para tal situação e alertar sobre o desconhecimento de muitos prefeitos em relação às novas normas e prazos estabelecidos. Segundo a especialista, há necessidade de simplificar as leis locais para melhorar o ambiente de negócios.
Ao falar sobre oportunidades de serviços públicos digitais e negócios – tecnologia 5G, o diretor da American Tower, Felipe Herzog, destacou que o Brasil está muito defasado na questão conectividade, porque hoje temos uma média de 2,2 mil habitantes por infraestrutura de comunicações e se comparar com países desenvolvidos como os Estados Unidos, no final do ciclo de 4G, em 2019, a média era 900 habitantes por infraestrutura.
“No Brasil, já para ciclo 4G, a gente precisa minimamente dobrar o número de infraestrutura”, reconheceu ao dizer que o problema vai além da falta de recursos e começa pela falta de leis de antenas em grande parte dos Municípios. Tal situação causa um efeito cascata com impacto inclusive nas edificações. E foi justamente nisso que a secretária de Desenvolvimento Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Sandra Holanda, focou sua apresentação.
Cidades Inteligentes
Sandra relatou a atuação do governo federal para atender aos Municípios e também falou da Carta Brasileira para Cidades Inteligentes e da possibilidade de acesso aos recursos da pasta. O segundo módulo da arena técnica abordou o financiamento habitacional e a Regularização Fundiária para atender à população urbana/rural em áreas de riscos: pleitos para o Executivo. Participaram do debate as diretoras do departamento de urbanização, Mirna Quinderé, e de Produção Habitacional, do MDR, Tereza Paulino. O representante do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Baixo Jequitinhonha (Cimbaje), Aurelio Marcks, contou como conseguiu executar o processo de regularização fundiária sem recursos estaduais ou federais.
A presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR, Nadia Somekh, deu dicas para os gestores aprimorarem a agenda de assistência técnica em Habitação de interesse social para ocupações em áreas de riscos. Por fim, o terceiro módulo contou com a participação do secretário de Fomento do Ministério da Economia, Wesley Cardia, que mencionou iniciativas federais de incentivo às PPPs. Prefeitos questionaram os preletores com base da realidade local e voltaram a cobrar por “mais Brasil e menos Brasília”.
Sinop
CAPSi e CAPS de Sinop recebem destaque na Assembleia Legislativa de MT por promoção à saúde mental
O município de Sinop mais uma vez é destaque no estado de Mato Grosso ao ser reconhecido pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso pelos excelentes trabalhos desenvolvidos na área da saúde. Desta vez, as instituições Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) foram homenageadas pelos atendimentos realizados.
As moções de aplauso foram concedidas pelo deputado estadual Carlos Avallone como forma de reconhecimento aos profissionais e às instituições públicas por se destacarem na promoção da saúde mental no estado de Mato Grosso.
Larissa Azevedo, coordenadora do CAPSi, celebrou a homenagem e considera o título como um reconhecimento ao trabalho árduo realizado por toda a equipe da instituição, que tem como foco o atendimento a crianças e adolescentes com demandas em saúde mental.
“Receber uma moção de aplauso da Assembleia Legislativa, por indicação do deputado Carlos Avallone, é motivo de grande orgulho para toda a equipe do CAPS Infantojuvenil. Esse reconhecimento valoriza o trabalho que realizamos diariamente, com dedicação, escuta qualificada e cuidado com nossas crianças, adolescentes e suas famílias”, disse.
Larissa acrescenta ainda que “é também a confirmação de que a saúde mental tem ganhado a atenção que merece e de que estamos contribuindo de forma efetiva para o bem-estar da população de Sinop. Seguimos ainda mais motivados a fortalecer nossos serviços e ampliar o acolhimento”, comentou.
As instituições CAPS e CAPSi já realizaram, neste ano, mais de 11.8 mil atendimentos psicossociais. No ano passado, as instituições acumularam 22.125 mil atendimentos.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
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