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Governo Federal Intensifica Ações Contra Intoxicações por Metanol e Reforça Combate à Falsificação de Bebidas

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O governo federal intensificou nesta terça-feira (7) o enfrentamento à crise provocada pelos casos de intoxicação por metanol no país. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou que a prioridade do governo é proteger a população e conter a circulação de produtos adulterados.

Segundo Alckmin, o Executivo já adotou medidas emergenciais, como a aquisição de antídotos, a importação de medicamentos mais eficazes e a abertura de investigações para apurar responsabilidades.

“O governo já viabiliza, em quantidade suficiente, o etanol farmacêutico — que é o antídoto adequado — e está importando uma medicação ainda mais eficaz, de origem japonesa. Também estamos apurando se há atividade criminosa envolvida. O metanol, quando metabolizado, se transforma em ácido fórmico, que causa danos graves ao sistema nervoso central e à visão”, afirmou o vice-presidente.

Em Brasília, a crise do metanol foi tema de uma reunião de alto nível no Palácio da Justiça, reunindo representantes do governo federal, da indústria de bebidas e de entidades de combate à falsificação. O encontro foi conduzido pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e teve como foco reforçar as ações integradas de fiscalização e rastreamento de produtos adulterados.

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Lewandowski ressaltou que o governo está mobilizando forças federais para intensificar as operações de inspeção, apreensão de bebidas falsificadas e desarticulação de redes criminosas que atuam no setor.

O Ministério da Justiça e o Ministério do Desenvolvimento devem anunciar nos próximos dias novas diretrizes de controle e rastreabilidade, ampliando a cooperação com estados e municípios.

Com essas medidas, o governo federal reforça sua atuação na proteção da saúde pública e no combate ao crime organizado, buscando evitar novas tragédias provocadas pelo consumo de produtos contaminados.

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Novas regras de segurança do Pix entram em vigor e reforçam proteção contra fraudes

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O sistema de pagamentos instantâneos Pix passou a operar com novas regras de segurança que ampliam a proteção dos usuários e fortalecem os mecanismos de prevenção a fraudes. As medidas, que já estão em vigor, foram definidas pelo Banco Central do Brasil e passam a ser adotadas por todas as instituições financeiras participantes do sistema.

O objetivo central é reduzir golpes, especialmente aqueles praticados por meio de engenharia social, sequestro relâmpago, roubo de celulares e uso indevido de contas de terceiros. Com isso, o Pix ganha camadas adicionais de controle sem comprometer a rapidez das transferências — uma das principais características do meio de pagamento.

O que muda na prática

Entre as principais novidades estão procedimentos mais rigorosos de autenticação, análise reforçada de transações consideradas atípicas e maior responsabilidade das instituições financeiras na identificação de operações suspeitas. Bancos e fintechs passam a monitorar padrões de uso, histórico do cliente e características do dispositivo antes de autorizar determinadas transferências.

Outra mudança relevante é o aprimoramento dos limites e horários de operação, que podem variar conforme o perfil do usuário e o canal utilizado (aplicativo, internet banking ou atendimento). Em situações de risco elevado, a instituição poderá postergar a conclusão da transação para realizar verificações adicionais.

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Combate a contas de fachada

As novas regras também intensificam o combate às chamadas “contas laranja”. Instituições agora têm mais obrigações de checagem cadastral e de bloqueio preventivo quando identificam indícios de uso indevido, dificultando a circulação de recursos provenientes de crimes.

Impacto para o usuário

Para a maioria dos clientes, o Pix continua funcionando normalmente no dia a dia. As mudanças tendem a ser percebidas apenas em situações específicas, como valores elevados, mudança brusca de comportamento ou tentativas de transferência a partir de dispositivos não reconhecidos. Nesses casos, o usuário pode ser solicitado a confirmar a operação ou aguardar um prazo maior para a liberação.

Segurança como prioridade

Desde o lançamento, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do país. Com a atualização das regras, o Banco Central reforça a estratégia de equilibrar conveniência e segurança, garantindo que o sistema permaneça rápido, confiável e cada vez mais resistente a fraudes.

A orientação às pessoas é manter cadastro atualizado, ativar recursos de segurança nos aplicativos bancários e desconfiar de solicitações de transferência recebidas por telefone ou redes sociais — práticas que continuam sendo fundamentais para evitar golpes, mesmo com as novas camadas de proteção do Pix.

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